quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Educação inclusiva


A educação é para todos e existem jovens que pedem atenção com mais necessidade. Devemos rever o modelo tradicional da educação, as concepções filosóficas e pedagógicas. Entender e procurar soluções para as diversas barreiras que encontramos nas ações educativas.

·         Deficiente: Tem o desejo de sentir-se amado, querido, introduzir-se no meio daqueles que olham para si com diferenças. Cada deficiente tem seu modo de pensar. Existem pessoas que acreditam que, estas crianças, jovens e adultos, devem estar em uma escola especial, junto de outros iguais a ele. Políticas públicas são necessárias e através delas é que irão surgir as diversas soluções para uma escola “perfeita”.

Para um professor (a) o estudo das pessoas diferentes “necessidades especiais”, é a questão principal de focarmos nas soluções de incluir e isso, propõe, políticas públicas. Fechamos nossos olhos, por vezes, perante determinadas barreiras. Como educadores sejamos facilitadores para o ensino, independente do aluno.

Educação é possibilitar, auxiliar, que cada cidadão é capaz de desenvolver-se plenamente para absorver e mostrar-se apto a conviver em uma sociedade, que a cada dia, torna-se complexa. Descobrir no meio educacional os vários talentos onde a gestão em gerar cidadãos conscientes e patriotas é a favor da cooperação e coletividade de muitos acontecimentos.

A cultura é um conjunto histórico, efetivos de valores comuns, estabelecidos, reconhecidos. A cultura deve ser um objeto de partilha e discussão. O sistema democrático é contraditório pois o querer em fazer algo e para nutrir novos cidadãos é algo que busca o início de intenções capitalistas e conquistas e é por isso que as políticas públicas são apenas falas e rascunhos engavetados, nunca funcionam devido a uma massa de políticos pretensiosos sobre questões de interesses à eles. As políticas públicas são papéis de projetos criados e fundamentados em um futuro para melhorias da saúde, segurança e educação. A vida social acontece no decorrer da organização e das negociações dos sujeitos para abrirem mão de sua individualidade para a vida em grupo. A construção social, como um todo, é complexo e difícil cuidar é mais por causa das diversidades.

As políticas públicas só irão acontecer na superação dos interesses individuais. E a política que desenvolver o gerenciamento da superação dos interesses particulares, onde o aspecto mais difícil de construção de uma sociedade, de cidadãos, está na compreensão e necessidade de abrir nossas mãos de caprichos pessoais em prol de uma coletividade e isso não pode deixar de existir. Deparamos com práticas pedagógicas que evidencia toda a fragilidade nas políticas de inclusão.

Primeiro ponto para que políticas públicas possam acontecer, situações problematizadoras:  Alunos surdos onde os pais devem compreender e amar seus filhos como nasceram. Escola ideal, onde ela receba e introduza todos os alunos num ambiente normalizado, igualitário, para que o ensino torne-se não só, independente para viver e reviver momentos de aprendizado em equipe e como receber alguém na equipe, sem menosprezá-lo. Três pontos importantes:

1.    Estação eu: Olhar para si e reconhecer que o abraço na carreira que escolhemos é o princípio de reconhecimento do mundo novo onde tenhamos um recomeço de um mundo de igualdades e solidário.

2.    Barreiras: Ignorância, medo, rejeição, percepção de menos valia, piedade.

3.    Estação escola: Pensar em todos de forma geral, termos um pensamento uno, conjunto onde cada solução sobre a educação seja de maneiras inclusivas.

O PPP ( projeto político pedagógico), devemos rever toda a missão, dados sobre a aprendizagem e relações com as famílias e as diversas diretrizes pedagógicas e o plano de ação e assim, introduzir questões inclusivas. Para o acontecimento de uma educação inclusiva seria a geração de formações profissionais, trabalhos cooperativos, atendimento educacional especializado, sala de recursos onde dispomos de parcerias para auxílio com famílias e com a comunidade. A educação inclusiva conta com uma gestão democrática, onde estar em constante formação e ter-se asseguradas demais condições de trabalho a partir das parcerias que são concretizadas, junto as escolas.




Professora Sandra - autora do blog

Pesquisa em História



Ontem e hoje, a história trata-se de um conjunto de vasto conhecimentos relativos ao passado da humanidade. Onde o mito fornecia explicação para os grupos sociais que a aceitavam como verdade. A história cita nomes que foram estudiosos da lógica, da verdade. Hecateu de Mileto; Heródoto, conhecido como pai da história; Tucídides, estrategista de Atenas; Políbio.

A história na modernidade procura estudar os seguintes tópicos:

1.    estudos das datas

2.    estudos das inscrições

3.    estudos das moedas

4.    estudos dos selos ou sinetes

5.    estudos dos nomes próprios

6.    estudos dos brasões

7.    estudos das linhagens familiares

8.    vestígios materiais

9.    estudos dos escritos antigos

A Grécia foi o berço de todo o aprofundamento da verdade. Mais deste primeiro momento procuremos salientar em nós algumas frases de otimismo, motivação e incentivo ao desenvolvimento da verdade sobre o passar dos anos. São doze frases de pura vontade do que é gostar da vida e curiosidades histórica.

1.    Pesquisar

2.    Resultados de pesquisas de fatos importantes para a História

3.    Pesquisar é ser criativo na forma como buscamos

4.    O mundo tem várias faces

5.    O novo complementa o anterior

6.    Mudanças sempre aparecem

7.    A pesquisa não é um monstro e sim, algo fascinante

8.    Ciência e ética, juntas

9.    Pesquisar, atividade reflexiva, um método de trabalho

10. Pesquisar é uma tarefa

11. Verdades são necessárias para viver num mundo em transformação

12. Todos os resultados são importantes

Arquivos, lugares de pesquisa mais aprofundada. A vivência de nós conhecermos ainda mais os arquivos e documentos importantes, nos torna amantes de tudo que a humanidade gerou, experimentou, viveu, enfim, torna-se precioso.

Biblioteca = conjunto de material impresso para pesquisa e consultas.

Museu = instituição de interesse público para conservação, estudos e colocar à disposição do público objetos históricos para nosso conhecimento.

Arquivos = acúmulos de documentos, textuais, preservados para consecução de objetivos futuros.

Existem três tópicos importantes e que diferencia o arquivo:

1.    Exclusividade de criação e recepção

2.    Origem nos cursos de suas atividades

3.    Caráter orgânico

Há também Três idades que podemos nomear os arquivos: corrente, intermediário (limbo ou purgatório) e permanente.

Precisamos sempre de nossos instrumentos de trabalho até para pesquisar, pois elas irão nos auxiliar na localização das fontes. Os documentos históricos são fontes de potencial analítico onde cada historiador ou pessoas em interesses sobre tais assuntos históricos tenham seus questionamentos em busca de respostas.

Um dos interesses para um historiador e professor seria a lei 2040 de 28/09/1871, que é a lei do ventre livre, a história de um país que foi iniciado com métodos de escravizar povos inocentes. Também é muito interessante os arquivos que guardam as matrículas e freqüências de alunos, dos anos que passaram-se. Documentos sobre posse de terras, conquistas de terras, homens e mulheres que lutaram por um pedaço pequeno de terra para viver com sua família.

A historiografia do século XIX, foi conhecida como um momento positivista ou metódica. No século XX deixou de ser uma prova e passou a ser testemunho, não considerada como um documento tão focalizado para pôr em questão assuntos que dariam não só, a importância de que pertence, mais de fato, de um povo das histórias vividas a tempos, antes de nós.

A Hegemonia busca impor aos demais grupos sociais, submetendo, aos conceitos e valores. Por outro lado, as representações sociais são inseparáveis das práticas sociais já que é o mundo das representações que gera as práticas e vice-versa.

As fontes imagéticas (fotos), juntamente com conceitos e contextos completam-se, assim aos discernirmos a memória da história pode-se romper também com uma prática presente no senso comum que concebe os relatos orais como própria construção da história. O conhecimento e a disciplina além de possuírem repetição de fatos, viver as tradições e costumes faz destas duas palavras um seguimento para o processo de desvendamento histórico de nossa região. Como historiadores, a construção do que existe colabora com que já passou, sendo realizado uma triagem de todo material, documentos, fotos, filmes, enfim, tudo que nos satisfaça para a compreensão da verdade histórica. Os homens e as mulheres são uma das principais fontes históricas pois eles são os protagonistas da história, iniciada com a criação do mundo e continuada com as descobertas do homem.

A importância da teoria histórica. Dê exemplos práticos.

O ontem abrange o conjunto de conhecimentos que nós, humanos, precisamos adquirir para dar continuidade a nossa história. Os mitos fornecem explicações das heranças que nos são deixadas por homens e mulheres, que, lutaram por gestos que enobrecem toda a raça humana. Já o lado negativo de um mito, vem nos lembrar que os erros não podem ser cometidos num momento novo em uma nova geração, precisam ser revistos e assim, refeitos, melhorados. “O passado serve de modelo dos erros para não serem cometidos num futuro próximo”.

Nós, futuros professores e historiadores, devemos nos divertir  e mostrar que é de maneira descontraída que fazemos compreender a arte da pesquisa. “Pesquisar é uma aventura!”

Fazer de cada fato encontrado nos escombros, sombrios, estranhos, lugares que não acreditamos que há algo de interessante mais um verdadeiro, historiador tem faro e registra todos os tipos de resultados. Devemos mostrar que a arte da pesquisa é um momento importante e anda junto da vontade de criar, onde pensamos que no mundo todo, em diversos países, as culturas são interessantes e fazê-las conhecidas aumenta o querer do jovem em aventurar-se nessas histórias com temas diferentes. O jovem nasce para buscar novas soluções e novas descobertas para assim, continuar um mundo de gerações com espírito aventureiro e disposto a viver todo tipo de mudanças.

A teoria quando aumentamos a vontade de empreender num determinado fato histórico, deve-se neutralizar as questões absurdas e desnecessárias, onde a ciência que vivemos hoje deve sempre ser pautada pela consciência e ética.

Toda fonte de pesquisa toma tempo e hora, pois exige uma reflexão aprofundada, vivência árdua, ter-se métodos de como organizar cada descoberta e sermos ousados na proteção daquele fato ou local de pesquisas. O historiador tem sua vida pautada em verdades, pois cada procedimento deve ser analisado onde respostas fluirão para fortalecer os porquês que serão solucionados a cada insistência no nosso trabalho.

A pesquisa fica muito mais interessante quando temos apenas, fotos e filmes, pois sendo fatos de momentos passados a nossa habilidade deve ter aquele lado de querer descobrir, aguçado, pois precisamos ter sempre em mãos um modesto caderninho onde as palavras chaves serão o grande aliado do que desejamos obter, as respostas. E é sempre numa biblioteca, museus e arquivos que estão os primeiros passos da nossa pesquisa.

O papel da teoria histórica é ver o mundo dentro de verdades onde cada indivíduo conviva em paz. É saber de cada conceitos e categorias onde a história caracterize e registre para manter esta preciosidade arquivada.

Exemplo: Na cidade de Jacareí, interior de São Paulo. Museu da cidade (museu de antropologia), lá acontece sempre no horário dás 20h00 ás 00h00 ás sextas, uma atividade de contação de causos, lendas da cidade e do Vale do Paraíba, onde é aberto a todo público interessado nas histórias e lendas da cidade e Vale do Paraíba.

 
 
Escolher o tema de certa pesquisa é algo que deve ser decisão certeira, devemos ter razão do que iremos relatar interpretar, aquilo que estamos afiados e íntimos se assim posso descrever, para prosseguirmos com as demais probabilidades de garantias e sucesso no relatório, cheio de detalhes.
A escolha de um tema que se sobre saia sob uma imensa pilha de livros a serem pesquisados, lugares a serem analisados e que darão a sustentabilidade ao nosso estudo. Conforme nos aprofundamos irão aparecer os problemas onde por conseqüência deveremos proporcionar as soluções a serem postas para este estudo tão acirrado.
A problematização é contínua e acompanha todo o processo de pesquisa onde torna o movimento empírico à teoria, assim dispomos a elaboração de noções, conceitos, categorias, análises pelo qual fazem a ponte de diálogos, com evidências encontradas no decorrer de todo nosso estudo.
A investigação as vezes é a resposta ou não, pois dependendo do tema o assunto pode tornar-se delicado, confuso, cheio de dificuldades, porém, quando pesquisamos aquilo que nos deixa curiosos ou intrigados vamos até os últimos momentos, da pesquisa, o que queremos salientar sobre a verdade daquilo que precisamos sermos abertos com amigos, colegas de trabalho ou ao público, fazem da seguinte questão: “eu gosto de escrever, de pesquisar temas que nos chama a atenção”, um trabalho corriqueiro onde o tema será simples, onde o problema será questões desafiadoras, uma experiência para minha carreira e por fim, uma aventura a ser vivida de maneira divertida, seja por mim mesma ou pelos jovens e demais interessados, que desejam descobrir fatos curiosos e fascinantes.
As mudanças surgem conforme cada item a ser estudado, aparece e assim damos novas noções e conceitos ao que já foram complementadas. A História é assim, ela inicia de certa maneira e finaliza com métodos totalmente diferentes e por quê? Porque o homem muda conforme os anos, o homem altera seu ambiente conforme inventa algo diferente, o ser humano é imprevisível não sabemos quando ou a que horas acontecerão mudanças e por isso, que o pesquisador e professor deve ter uma mente aberta, onde possa absorver cada resultado obtido e estudado.
Nós, futuros professores de História, futuros Historiadores, devemos sempre estar em constante observação da sociedade, pois é através deste ato que transportamos as respostas atuais, daquilo vivido num passado. Somos caçadores de histórias e relíquias, homens e mulheres independentes de tudo que escrevemos sobre a glória de um passado, o aprendizado de pessoas que viveram em função de algo, em função da paz, de inúmeros porquês de vivermos num mundo, cujo lugar, fora criado por alguém (Deus) que não vemos mais que cuidou de nossos antepassados e cuida de nós, no hoje.
A vida é um mistério e cada detalhe que vivemos são as partes finais para tornar viva tudo aquilo que existiu e deve continuar, tudo aquilo que existiu e deve mudar. E é neste momento que uma revisão de historiografia sempre é refeita, para darmos os devidos cuidados a cada detalhe da vida, que flui em nossas mentes e coração. Paixão da pátria, admiração de filósofos, grandes líderes, grandes mulheres, mistérios curiosos, etc…
 
 
 
 
Professora Sandra - autora do blog
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

Laboratório de História e Geografia


Um pesquisador quando entra em seu horário para um trabalho de campo, visita lugares, locais, onde para uma pessoa normal diz ser muito interessante e fascinante. Mas para nós, pesquisadores, gostamos do que fazemos e assim, desenvolvê-lo com competência e responsabilidade. O professor deve estimular a participação de cada aluno quando mostra seja num vídeo ou fala destes lugares, para que, desperte neles as tantas razões de interesse por cada detalhe destes locais.

Conhecer um museu é uma das principais etapas que todo professor procura agir e preparar uma bela excursão para um estudo prático, e deste modo ele deve preparar seus alunos como comportar e as questões certas a serem discutidas com o guia que apresenta, cada peça do museu, cada detalhe da história que este estabelecimento guarda. Como disse, devemos planejar quando vamos ao museu conhecê-lo, elaborar temas a serem discutidos em sala, antes do passeio, durante todo percurso no museu e depois. Precisamos destes temas para que tenhamos conteúdos do que cada professor deverá desenvolver e deixar claro os objetivos da visita.

Nos dias de hoje, temos os museus virtuais onde do laboratório da escola fazemos nossa visita, reconhecemos em cada corredor as peças que lá estão expostas, virtualmente.

Para cada visita, seja num museu, arquivo, bibliotecas antigas e famosas pelo conhecimento da região ou país, devemos sempre estar munidos de um mini gravador ou bloco de anotações.

Geografia é mais fácil de disponibilizar uma aula prática, pois por tratar dos conhecimentos de espaço, tempo, medidas, extensões de terras, enfim, conseguimos desenvolver jogos usando o intelecto para soluções. Já a História, por ser cem por cento teoria, vejo dificuldade em fazer aulas práticas, pois o que sempre vemos em outros profissionais já com uma grande bagagem de experiência em lecionar, é trabalhar a disciplina História com datashow, filmes e visitas a locais da História seja ela regional, civilização, antiga, etc. O estudo de campo envolve ação direta, coleta de dados, registro de pesquisas, organização de todo este material levantado e muita análise destes dados e é assim, que cada professor, cada historiador, trabalha, envolve-se no serviço: Preenchimento de muitos formulários para entrada de muitos locais históricos e relatórios e mais relatórios de tudo visto e analisado.

A História deve ser observada e cada ponto de nossa observação anotada, pois na montagem de cada tópico que tomamos nota vem a idéia de pôr em prática algumas atividades em sala de aula ou do ensino aprendido fora da sala impor as exigências a cada aluno sobre determinadas questões ou relatos daquilo que conhecemos. Por exemplo: Com cada observação mais livros, sejam virtuais ou físicos, montar um relatório com nossas palavras sobre a visita a tal local ou se for um lugar específico como uma exposição de tal personagem histórico, os alunos devem junto a sua imaginação, fontes bibliográficas, internet, o desenvolvimento de um teatro sobre a história ou ainda, um vídeo sobre cada aluno expondo sua participação neste trabalho.
 
 
 
 
Professora Sandra - autora do blog

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

Instrumentação científica


Certos objetivos que leva-nos a compreender, como e porquê, estudar as demais razões de conhecimentos no mundo. Como é absorver todo  conhecimento e estudá-lo a ponto de, transmiti-lo?

ü  Termos a importância da leitura e estudo.

ü  Estudar, passar cada item absorvidos ou termos objetivos maiores.

A leitura busca a curiosidade e assim devemos anotar cada palavra chave e armazenar as observações vistas, que foram registradas a respeito do fato histórico; Fichar as nossas leituras de tudo aquilo que tenha ficado em nossas mentes; Fluxogramas são desenhos que ajudam a dar mais sustentação as questões que surgem através das leituras e observações; Resumir para assim, termos a facilidade de compreensão sobre o que estamos estudando.

Estudar é aquilo que fazemos onde nos envolve num certo dinamismo e esforço. Assimilar e revisarmos conteúdos de forma crítica, reflexiva e refazendo o que já foi construído num sentido de nossa melhora na maneira como estudamos. Devemos ser educadores transformadores, onde fazemos acontecer. Devemos desapegar do mundo e questionar demasiadas questões que surgem em nossas mentes e ativa a vontade de leitura, estudo, reflexão.

O estudo equivale em prepararmos com vários livros de história, vários conceitos, explicações, porém todos os livros tem o mesmo ideal:

“A História é o estudo científico do passado humano. É a ciência que se preocupa com a vida dos homens através dos tempos.”(Alencar, pág. 6)

O passado é algo complexo pois quanto mais antigo for o fato, maiores chances de não conseguir, totalmente, todas as respostas. O presente são as ferramentas do historiador, onde irá realizar uma triagem de tudo que foi encontrado, do passado, a ponto de compreender o que ou quem viveu a tantos anos atrás.

Fazermos uma triagem de fatos que constituem o passado humano, os importantes e significativos. Como:

·         Fatos sociais: Que determinam rumos da vida, de determinado local.

·         Fontes históricas: São marcas e sinais, pelo qual mostram que alguém viveu naquele determinado lugar.

·         Fontes não escritas: Obras de artes, utensílios, vestimentas, construções, esqueletos.
Fontes escritas: Documentos ou relatos escritos deixados em papel, pedra, etc.



Mecanismos de buscas são de extrema importância, pois nos dias atuais precisamos habituar aos novos conceitos e ferramentas e transmitir tudo isso dentro de cada aula dada, sem sair do conteúdo que irá ser explicado. Cada jovem não vive sem seu smarphone então, usar este mecanismo ao agradável, digo, com a disciplina de história invadir cada pensamento, jovem, adultos, proporcionando o conhecimento de sites, bibliotecas, saber onde ir buscar tais conhecimentos, onde pesquisar.

“O ontem tínhamos a necessidade de adquirir tais informações e o hoje estas informações vem em exagero”. E é com o auxílio do professor que cada jovem e adulto irá saber fazer a sua triagem do conteúdo que necessita para seus trabalhos, relatórios, questionários, dúvidas ou curiosidades.

Para utilizarmos as ferramentas, ou seja, site de buscas como, por exemplo, o Google, devemos insistir em nossas pesquisas com diversas palavras, pois se desejamos ser historiadores de verdade precisamos nos envolver e aprofundar no mundo das letras, das palavras, de demais significados, para que possamos continuarmos focados naquilo que temos em mente, naquilo que iremos proporcionar uma curiosidade nos nossos alunos e despertar neles, a essência do que é interesse por conhecimento.

Sites de buscas e demais outros sites, assim, como uma biblioteca, sites de bibliotecas virtuais que são configuradas detalhadamente para buscar o título de livro, assunto ou autor para suprir nossas necessidades. Cada site de biblioteca possui também um catálogo online. Também há sites de bibliotecas temáticas, onde podemos chegar e navegar em outras bibliotecas dentro de uma e que, cada biblioteca virtual possui um acervo diferenciado aonde venha a suprir nossa insaciável fome por conhecimentos e nos disponibiliza muitos livros e periódicos on lines de que precisamos, necessitamos, para nossas dúvidas e buscas de curiosidades e novas curiosidades dos nossos alunos. Todas as buscas são mostradas como simples, cheias de detalhes e mais avançada vai de acordo como você deseja pesquisar.

Existem também as enciclopédias virtuais pelas quais podemos colaborar ajudando a compor o campo de conhecimento ou fazendo nossa propaganda aos alunos da escola que trabalhamos. Blogs específicos em História e Geografia, fora que há de outras áreas. Quando temos a vontade de conhecer o mundo, pessoas, empresas, a internet torna-se uma ferramenta muito importante para cada um de nós.

 
Livro pesquisado: Alencar, Álvaro Duarte de. História do Brasil – 5 série, evolução econômica, política e social, Editora Saraiva, 5 edição, 1983
 
 
 
 
Professora Sandra - autora do blog



 

Teoria da complexidade


Falemos aqui, da ética planetária onde trabalha o homem em si e os meios pelos quais, convive. Diante dos problemas da sociedade, faz-se necessário a compreensão dos efeitos complexos onde possamos entender determinadas questões que acabam tornando-se pesados, conforme o tempo passa.

Todos os entendimentos devem trabalhar de maneira conjunta, onde o desenvolvimento da resposta ou a solução para o problema seja claro e satisfatório. Cabeça aberta a tudo que rodeia e a tudo que faz parte do que temos que estudar, pois o mundo e sua complexidade são demasiadamente difíceis o entendimento pois as idéias devem prevalecer unidas e na busca do querer uma resposta concreta ela deve surgir da união de muitas disciplinas.

A teoria da complexidade visa a organização, a construção de políticas leais para a civilização onde recupere a auto estima de um povo sofrido e complicado no seu modo de governar.

“Civilização é sermos patriotas e seguirmos adiante com nossas cabeças erguidas e, visando sempre, a esperança no fim do túnel”.

Devemos nos concentrar em restabelecer maneiras convictas e concretas da esperança que deixamos em nosso interior e, nos aprofundar nas condutas corretas para uma vida, totalmente, coerente perante um mundo que pensa em ser cada dia, o melhor, buscando somente à si, trazendo competições ao em vez de momentos prazerosos.

Tópicos da teoria da complexidade:

1.    Viver um todo dentro de uma visão ampla da vida

2.    Entendimento, saber compreender

3.    Forças unidas, idéias conjuntas

4.    Sermos organizados

5.    Construtivos

6.    Patriotas

Amadurecer nossas razões onde o crescimento da boa conduta se faz mais forte e o nosso entendimento tornar-se, mais claro, sendo que, é dentro de nosso amor seja ao próximo ou a pátria que iremos deixar desenvolver as idéias para um mundo harmônico, pacífico e pronto a viver as complexidades da vida. 




Professora Sandra - autora do blog

Brasil império




 
Em 1806, Napoleão Bonaparte e suas tropas decretou um bloqueio onde a Inglaterra fosse impedida de comercializar mas, infelizmente Napoleão não percebeu que Inglaterra e Portugal eram grandes aliados e Portugal tentou enganar a França só que, em 1807 Napoleão descobre e manda invadir Portugal. D. João e toda corte fogem para a colônia portuguesa na América. D.João governava Portugal e desde que está no trono substituindo sua mãe, D. Maria I, que foi afastada por doenças mentais.
D. João foge com toda a corte que eram em torno de 12 a 15 pessoas, em navios escoltados pelos ingleses. Tudo isso que estava acontecendo era uma enorme injeção de recursos abertos às suas mercadorias e investimentos. 1763, D.João reabre os portos as nações amigas mais numa tomada de decisão provisória houve a necessidade de taxas: produtos importados, 24%; mercadorias de origem portuguesa 16%. Entre Portugal e Inglaterra foi posto uma taxa única  de 15% e isso no ano 1810. Nesta prática o que deu seguimento de crescimento foi o comércio brasileiro e adiante o comércio da colônia, onde, D. João suspendeu o alvará em 1785 onde proibia as indústrias no Brasil. E em 1811, somente duas fábricas de ferro tiveram carta branca para se instalarem.
O Reino Unido e Portugal, tratados entre comércio e navegação e da extinção gradual do tráfico negreiro. D. João tinha em mente o domínio da Banda Oriental – Uruguai mais Buenos Aires já havia chegado e ocupado em 1814. Já a Inglaterra era contra os princípios de D. João mais Portugal dominou e deu o nome de Província Cisplatina. Com a derrota de Napoleão a aliança entre Portugal e Inglaterra estremeceu, entra em choque, pois D. João deixou sua ambição falar mais alto e perder esta aliança forte, que é a Inglaterra.
Em 06 de março de 1817, houve a revolução de Pernanbuco, onde vários fatores foram motivo: difusão de idéias iluministas, liberais e republicanas. No dia 08 de março o governo republicano provisório, com cinco membros, um da agricultura, um do comércio, um do clero, um da magistratura e um dos militares onde teve apoio dos EUA, Argentina e Inglaterra, declarando independente de Portugal. O movimento rebelde durou 74 dias até que 19 de maio de 1817, tropas foram enviadas onde os líderes foram presos e executados. 1820, houve a eclosão da revolução do Porto e entre eles estavam Frei Caneca e Antônio Ribeiro de Andrada, irmão de José Bonifácio de Andrada e Silva. Com toda essa confusão foi criado uma sociedade secreta e uma delas chama-se Sinédrio onde comerciantes, magistrados e militares participavam no ano de 1818.
Nas cortes portuguesas, 205 cadeiras portuguesas e 75 representantes brasileiros.
D. João se via numa momento delicado pois nada andava bem com ele no Brasil e decidiu deixar o trono no Brasil para seu filho D. Pedro I e voltar para Portugal, no qual, levou toda a riqueza dos cofres do Banco do Brasil antes de embarcar para Portugal.
Enquanto D. João cobrava o retorno de D. Pedro I, era consolidado três correntes políticas, embora duas chamadas de partidos: Partido Português e Partido Brasileiro. O partido português consistia de: em todos que queriam a subordinação colonial portuguesa e os comerciantes portugueses, descontentes de privilégios e monopólios, altos funcionários e militares. O partido brasileiro representava os proprietários rurais, com a simpatia de altos funcionários, militares e comerciantes brasileiros e estrangeiros.
D. Pedro I decidi ficar no Brasil a ponto de quebrar o elo com Lisboa e garantir,no tempo certo, a independência do Brasil. D. Pedro demitiu os antigos ministros e nomeou novos: José Bonifácio – ministério do reino e estrangeiros e Martim Francisco – ministério da fazenda, dois Andradas, irmãos.
No final de agosto quando em viagem para  Santos, D. Pedro teve que enfrentar uma rebelião contra José Bonifácio e aclamar os ânimos. Por isso, retornou de Santos e às margens do rio Ipiranga chegou as últimas informações de Lisboa, ele recebeu duas cartas onde uma falava para que deixasse o Brasil e voltasse para Portugal e a outra era de sua esposa D. Leopoldina onde dizia que apoiava o ministro, e foi aí, que D. Pedro ergueu sua espada e proclamou a independência do Brasil. 07 de setembro de 1822.
Tensões e conflitos entre Brasil e Portugal. Maranhão, a rebelião de autoridades sufocada em julho de 1823 por lorde Cochrane, mercenário inglês; Adiante tropas portuguesas sob comando do major João José da Cunha Fidié renderam-se após combates com forças brasileiras; Pará, que era favorável a Portugal teve início em 1823 e termina em agosto do mesmo ano, onde lorde Cochrane e o capitão John Pascoe Grenfell dominou com frota enviada por D. Pedro I; Bahia, as lutas foram estendidas de junho de 1822 à julho de 1823 quando forças favoráveis de Portugal foram vencidas pelas armas e por fim, a Cisplatina foi sufocada pela resistência e teve término em novembro de 1823.
 
O avanço da tecnologia tem ajudado o país a desenvolver na área da economia, no setor agrícola e ainda, nosso país tem o grande desenvolvimento na área, porém, esta economia é dependente de todos que trabalham ou buscam trabalho, pois o Brasil é movido por homens e mulheres independentes. Somente aqueles que dependem de renda é que são dispensados.
As exportações é que dão sustento ao país e sempre teve destaque o café, minério, ferro e a soja até então, pois conforme se foi crescendo a indústria, produto industrializado tem conquistado o mercado.
Em números globais, a população brasileira aumentou duas vezes mais dentro de um período de quarenta anos. Brancos a maioria, mestiços em segundo, negros em terceiro, amarelos em quarto e os que declaravam sem cor, em quinto. E a partir do ano de 1980 a maioria da população passou a ser urbana e neste mesmo ano, nove capitais e em 1990 este número subiu para onze colocando São Paulo à frente, depois Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre, e quando este aumento aconteceu, houve um ponto positivo nos anos 50 onde aconteceu um aumento de oportunidades de emprego.
Fatores da urbanização do Brasil: Transição do trabalho escravo livre; cessão do tráfico em 1850 e abolição em 1888 mais a entrada de imigrantes no sul do país; instalação da rede ferroviária, 1852, industrialização e desenvolvimento de crédito.
Sociedade que fora formada era constituída por leis onde o Estado predominara como e o que exatamente seria melhor para fazer-se uma sociedade feliz, satisfeita e progressiva. Essas eram o verdadeiro sentido, ou seja, essa é o verdadeiro sentido de constituir uma sociedade feliz, satisfeita e progressiva, mas, tínhamos um Estado frouxo e sem motivação e ainda temos um Estado fraco e sem motivação. A motivação dos governantes imperiais estava no “ganhar dinheiro à custa de outros” e isso não muda muito para os dias atuais. Senhores feudais para tempos mais antigos, empresários nos dias atuais, verdadeiros donos de todo o patrimônio que no Brasil foi erguido, que no Brasil existe até os dias de hoje.
Éramos para vivermos todos os costumes portugueses, pois eles tentaram impor a administração lusa, aqui, no Brasil. Quando foi descoberto ouro e diamante no país, novas formas de organização foram geradas devidas as riquezas encontradas que quero dizer, ganância que acabou com as belezas internas do Brasil. Ter em mente as ações do Estado e a força dominante da sociedade, pois ninguém queria sair perdendo.
A vida na corte: Rio de Janeiro melhorias no século XIX – Bondes puxados a burros 1959; iluminação a gás 1884; rede de água domiciliar 1874; esgotos, calçamentos, edifícios monumentais (academia imperial Bela artes e o Palácio do comércio).
A política do café foi deixada aos cuidados de um instituto criado para maiores cuidados – Instituto do Café do Estado de São Paulo – 1931 quando o controle dá-se início; mais tarde, é criado o CNC – Conselho Nacional do Café, onde quem era o controlador eram os cafeeiros, formados por delegados. Passado dois anos, esse conselho fora extinto e gerado outro de nome, DNC – Departamento Nacional do Café e assim, tendo forte a federalização do café. Mais tarde devido a um empréstimo o país teve que comprar um estoque inteiro de café que lhe custou na época, $60 mil reís para pagar e com empréstimo no final, foi eliminado 78,2 milhões de sacas de café.
Já a política trabalhista foi um tanto mais memorável no governo de Vargas. Seus objetivos: Reprimir esforços da classe trabalhadora e atrair apoio para o governo e o processo de regularização da vida do trabalhador, sendo, leis de proteção, órgãos para arbitrar conflitos entre patrões e operários. Já os dias atuais, as coisas correm um tanto confusas, pois muitos querem lucrar por si só, outros que são poucos, não deixam de ajudar, mais “essa idéia de lucrar à custa de outro” é herança do governo imperial que nos deixou. Não tivemos um governo 100% exemplar, apenas 50%, acredito que até menos mais as porcentagens a mais disponíveis pode se colocar “de otimismo de poucos”.
 
 
 
Professora Sandra - autora do blog
Em 1870, surge uma crise envolvendo exército, governo imperial e igreja e além do mais a escravidão acabou causando um desgaste no governo monárquico e desencadeou esta crise. Coisa que este país passou e passa muitas vezes, mais todo brasileiro acaba aprendendo dentro de cada crise: O que fazer na próxima vez. Como solucionar sem perder a calma. Brigar sempre pelo justo. Insistir naquilo que é por direito, do povo.