HI! GO... HISTÓRIA E GEOGRAFIA COM ORGULHO
Hi... , Aqui quem fala é a professora de História Sandra Faria e estou aqui para apresentar este blog a todos os professores de História e Geografia. Quero de alguma forma ajudar a colaborar com as aulas, dando suporte para elaboração delas. Por favor, espero que curtam profes e deixem seus comentários.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2020
Sociedades pré-coloniais
O que são Sociedades Pré-Coloniais?
São as sociedades que viviam no Continente
Americano antes da chegada dos Europeus!
A América foi ocupada por populações caçadoras-coletoras
no final do chamado período Paleolítico Superior.
Existem várias teorias sobre como e por onde se deu
esta entrada, mas a teoria mais aceita é a de que diferentes grupos (Negroides
e Mongoloides) entraram pelo Estreito de Bering, que naquele período devido às
condições climáticas e ao recuo das águas dos oceanos, criou uma "ponte de
terra" entre a Ásia e a América.
Estamos tão habituados a olhar o Mapa Mundi
eurocêntrico (com a Europa no centro), que não visualizamos o quanto a Ásia e a
América são continentes próximos. A distância do Estreito de Bering é inferior
a 90km!
As populações que aqui
chegaram a pelo menos 18 mil anos atrás, DESCOBRIRAM A AMÉRICA!!!
Veja bem: o
Homem não é NATIVO AMERICANO pois ele veio de fora da América, não surgiu aqui.
Mas as CULTURAS sim! Elas são o resultado da adaptação destes grupos ao meio e
às necessidades de obtenção da subsistência, portanto as culturas são NATIVO
AMERICANAS.
Quando os
grupos Paleoíndios atingem o extremo sul do continente americano, já começamos
a observar uma mudança significativa no clima, com temperaturas mais altas e
uma expansão significativa das características tropicais no continente.
Muitas áreas
até então dominadas por estepes e campos começam a dar lugar a formações
florestais. Áreas costeiras passam por mudanças significativas, com um aumento
do nível dos oceanos e o aumento das áreas de mangue e novos recursos marinhos
como moluscos e peixes tornam-se mais abundantes, permitindo assim, a fixação
de populações humanas em áreas costeiras com relativa estabilidade.
Referências Bibliográficas:-
FIDEL, Stuart J. Pre historia de America.
Barcelona: Crítica, 1996.
MEEGERS,
Betty. América Pré-Histórica. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
MORAN, Emílio. Adaptabilidade Humana.
São Paulo: EDUSP, 1994.
Steward,
Julian Haynes. Theory of Culture Change: The Methodology of Multilinear
Evolution. University of Illinois Press,
1955.
sábado, 4 de maio de 2019
Capela São Sebastião (bairro do Avareí / Jacareí-SP)
O templo foi erguido em 1745 e é uma das primeiras construções cristãs da cidade, fundada por padres jesuítas. "A capela é considerada como um dos marcos da religiosidade de Jacareí. Ela foi erguida no século 18, acredita-se que por jesuítas, que realizaram essa construção quando passaram aqui pelo Vale do Paraíba", disse o historiador Benedito Sérgio Lencione.
Memória:- A igreja bicentenária não é tombada, e por isso, nas intervenções que sofreu ao longo dos anos não teve todas as características originais preservadas.
Antiga, a capela faz parte da memória afetiva dos moradores de Jacareí. A coordenadora da comunidade, Maria Nogueira, diz lembrar da infância, em que frequentava a capela para participar da catequese e de eventos religiosos. “A capela tem um grande valor histórico e sentimental para mim. Eu fiz formação cristã nesse local. Com sete anos, me recordo de participar das atividades na igreja. Na adolescência, com 16 anos, me recordo do meu pai trabalhando na capela e participando das atividades como vicentino. Não tenho lembranças registrada, como foto, mas estão na minha memória”, afirmou.
TOMBAMENTO:- A capela do Avareí esta na lista do Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural, de Jacareí, como imóvel de interesse de preservação, para futuro tombamento A informação é da Fundação Cultural de Jacarehy. Não há previsão para o tombamento
Referências Bibliográficas:-
https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/construcao-bicentenaria-capela-do-avarei-e-reformada-em-jacarei.ghtml
https://br.pinterest.com/pin/425942077233724549/
Livro: Nossa Senhora da Conceição de Jacarehy.Ed: Indústrias de Papel Simão S.A. Ano: 1990
Professora Sandra - autora do blog
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Educação inclusiva
A
educação é para todos e existem jovens que pedem atenção com mais necessidade.
Devemos rever o modelo tradicional da educação, as concepções filosóficas e
pedagógicas. Entender e procurar soluções para as diversas barreiras que
encontramos nas ações educativas.
·
Deficiente:
Tem
o desejo de sentir-se amado, querido, introduzir-se no meio daqueles que olham
para si com diferenças. Cada deficiente tem seu modo de pensar. Existem pessoas
que acreditam que, estas crianças, jovens e adultos, devem estar em uma escola
especial, junto de outros iguais a ele. Políticas públicas são necessárias e
através delas é que irão surgir as diversas soluções para uma escola
“perfeita”.
Para
um professor (a) o estudo das pessoas diferentes “necessidades especiais”, é a
questão principal de focarmos nas soluções de incluir e isso, propõe, políticas
públicas. Fechamos nossos olhos, por vezes, perante determinadas barreiras.
Como educadores sejamos facilitadores para o ensino, independente do aluno.
Educação
é possibilitar, auxiliar, que cada cidadão é capaz de desenvolver-se plenamente
para absorver e mostrar-se apto a conviver em uma sociedade, que a cada dia,
torna-se complexa. Descobrir no meio educacional os vários talentos onde a
gestão em gerar cidadãos conscientes e patriotas é a favor da cooperação e
coletividade de muitos acontecimentos.
A
cultura é um conjunto histórico, efetivos de valores comuns, estabelecidos,
reconhecidos. A cultura deve ser um objeto de partilha e discussão. O sistema
democrático é contraditório pois o querer em fazer algo e para nutrir novos
cidadãos é algo que busca o início de intenções capitalistas e conquistas e é
por isso que as políticas públicas são apenas falas e rascunhos engavetados,
nunca funcionam devido a uma massa de políticos pretensiosos sobre questões de
interesses à eles. As políticas públicas são papéis de projetos criados e
fundamentados em um futuro para melhorias da saúde, segurança e educação. A vida social acontece no decorrer da
organização e das negociações dos sujeitos para abrirem mão de sua
individualidade para a vida em grupo. A construção social, como um todo, é
complexo e difícil cuidar é mais por causa das diversidades.
As
políticas públicas só irão acontecer na superação dos interesses individuais. E
a política que desenvolver o gerenciamento da superação dos interesses
particulares, onde o aspecto mais difícil de construção de uma sociedade, de
cidadãos, está na compreensão e necessidade de abrir nossas mãos de caprichos
pessoais em prol de uma coletividade e isso não pode deixar de existir.
Deparamos com práticas pedagógicas que evidencia toda a fragilidade nas
políticas de inclusão.
Primeiro
ponto para que políticas públicas possam acontecer, situações
problematizadoras: Alunos surdos onde os
pais devem compreender e amar seus filhos como nasceram. Escola ideal, onde ela
receba e introduza todos os alunos num ambiente normalizado, igualitário, para
que o ensino torne-se não só, independente para viver e reviver momentos de
aprendizado em equipe e como receber alguém na equipe, sem menosprezá-lo. Três
pontos importantes:
1. Estação eu: Olhar
para si e reconhecer que o abraço na carreira que escolhemos é o princípio de
reconhecimento do mundo novo onde tenhamos um recomeço de um mundo de
igualdades e solidário.
2. Barreiras: Ignorância,
medo, rejeição, percepção de menos valia, piedade.
3. Estação escola: Pensar
em todos de forma geral, termos um pensamento uno, conjunto onde cada solução
sobre a educação seja de maneiras inclusivas.
O
PPP ( projeto político pedagógico), devemos rever toda a missão, dados sobre a
aprendizagem e relações com as famílias e as diversas diretrizes pedagógicas e
o plano de ação e assim, introduzir questões inclusivas. Para o acontecimento
de uma educação inclusiva seria a geração de formações profissionais, trabalhos
cooperativos, atendimento educacional especializado, sala de recursos onde
dispomos de parcerias para auxílio com famílias e com a comunidade. A educação
inclusiva conta com uma gestão democrática, onde estar em constante formação e
ter-se asseguradas demais condições de trabalho a partir das parcerias que são
concretizadas, junto as escolas.
Professora Sandra - autora do blog
Pesquisa em História
Ontem
e hoje, a história trata-se de um conjunto de vasto conhecimentos relativos ao
passado da humanidade. Onde o mito fornecia explicação para os grupos sociais
que a aceitavam como verdade. A história cita nomes que foram estudiosos da
lógica, da verdade. Hecateu de Mileto; Heródoto, conhecido como pai da
história; Tucídides, estrategista de Atenas; Políbio.
A história na modernidade
procura estudar os seguintes tópicos:
1.
estudos das datas
2.
estudos das inscrições
3.
estudos das moedas
4.
estudos dos selos ou sinetes
5.
estudos dos nomes próprios
6.
estudos dos brasões
7.
estudos das linhagens familiares
8.
vestígios materiais
9.
estudos dos escritos antigos
A
Grécia foi o berço de todo o aprofundamento da verdade. Mais deste primeiro
momento procuremos salientar em nós algumas frases de otimismo, motivação e
incentivo ao desenvolvimento da verdade sobre o passar dos anos. São doze
frases de pura vontade do que é gostar da vida e curiosidades histórica.
1. Pesquisar
2. Resultados de pesquisas de fatos
importantes para a História
3. Pesquisar é ser criativo na forma como
buscamos
4. O mundo tem várias faces
5. O novo complementa o anterior
6. Mudanças sempre aparecem
7. A pesquisa não é um monstro e sim, algo
fascinante
8. Ciência e ética, juntas
9. Pesquisar, atividade reflexiva, um método
de trabalho
10. Pesquisar é uma tarefa
11. Verdades são necessárias para viver num
mundo em transformação
12. Todos os resultados são importantes
Arquivos,
lugares de pesquisa mais aprofundada. A vivência de nós conhecermos ainda mais
os arquivos e documentos importantes, nos torna amantes de tudo que a
humanidade gerou, experimentou, viveu, enfim, torna-se precioso.
Biblioteca
= conjunto
de material impresso para pesquisa e consultas.
Museu = instituição
de interesse público para conservação, estudos e colocar à disposição do
público objetos históricos para nosso conhecimento.
Arquivos = acúmulos
de documentos, textuais, preservados para consecução de objetivos futuros.
Existem três tópicos
importantes e que diferencia o arquivo:
1.
Exclusividade de criação e recepção
2.
Origem nos cursos de suas atividades
3.
Caráter orgânico
Há
também Três idades que podemos nomear os arquivos: corrente, intermediário
(limbo ou purgatório) e permanente.
Precisamos
sempre de nossos instrumentos de trabalho até para pesquisar, pois elas irão
nos auxiliar na localização das fontes. Os documentos históricos são fontes de
potencial analítico onde cada historiador ou pessoas em interesses sobre tais
assuntos históricos tenham seus questionamentos em busca de respostas.
Um
dos interesses para um historiador e professor seria a lei 2040 de 28/09/1871,
que é a lei do ventre livre, a história de um país que foi iniciado com métodos
de escravizar povos inocentes. Também é muito interessante os arquivos que
guardam as matrículas e freqüências de alunos, dos anos que passaram-se.
Documentos sobre posse de terras, conquistas de terras, homens e mulheres que
lutaram por um pedaço pequeno de terra para viver com sua família.
A
historiografia do século XIX, foi conhecida como um momento positivista ou
metódica. No século XX deixou de ser uma prova e passou a ser testemunho, não
considerada como um documento tão focalizado para pôr em questão assuntos que
dariam não só, a importância de que pertence, mais de fato, de um povo das
histórias vividas a tempos, antes de nós.
A Hegemonia busca
impor aos demais grupos sociais, submetendo, aos conceitos e valores. Por outro
lado, as representações sociais são inseparáveis das práticas sociais já que é
o mundo das representações que gera as práticas e vice-versa.
As
fontes imagéticas (fotos), juntamente com conceitos e contextos completam-se,
assim aos discernirmos a memória da história pode-se romper também com uma
prática presente no senso comum que concebe os relatos orais como própria
construção da história. O conhecimento e a disciplina além de possuírem
repetição de fatos, viver as tradições e costumes faz destas duas palavras um
seguimento para o processo de desvendamento histórico de nossa região. Como
historiadores, a construção do que existe colabora com que já passou, sendo
realizado uma triagem de todo material, documentos, fotos, filmes, enfim, tudo
que nos satisfaça para a compreensão da verdade histórica. Os homens e as
mulheres são uma das principais fontes históricas pois eles são os
protagonistas da história, iniciada com a criação do mundo e continuada com as
descobertas do homem.
A
importância da teoria histórica. Dê exemplos práticos.
O
ontem abrange o conjunto de conhecimentos que nós, humanos, precisamos adquirir
para dar continuidade a nossa história. Os mitos fornecem explicações das
heranças que nos são deixadas por homens e mulheres, que, lutaram por gestos
que enobrecem toda a raça humana. Já o lado negativo de um mito, vem nos
lembrar que os erros não podem ser cometidos num momento novo em uma nova
geração, precisam ser revistos e assim, refeitos, melhorados. “O passado serve
de modelo dos erros para não serem cometidos num futuro próximo”.
Nós,
futuros professores e historiadores, devemos nos divertir e mostrar que é de maneira descontraída que
fazemos compreender a arte da pesquisa. “Pesquisar é uma aventura!”
Fazer
de cada fato encontrado nos escombros, sombrios, estranhos, lugares que não
acreditamos que há algo de interessante mais um verdadeiro, historiador tem
faro e registra todos os tipos de resultados. Devemos mostrar que a arte da
pesquisa é um momento importante e anda junto da vontade de criar, onde
pensamos que no mundo todo, em diversos países, as culturas são interessantes e
fazê-las conhecidas aumenta o querer do jovem em aventurar-se nessas histórias
com temas diferentes. O jovem nasce para buscar novas soluções e novas
descobertas para assim, continuar um mundo de gerações com espírito aventureiro
e disposto a viver todo tipo de mudanças.
A
teoria quando aumentamos a vontade de empreender num determinado fato
histórico, deve-se neutralizar as questões absurdas e desnecessárias, onde a
ciência que vivemos hoje deve sempre ser pautada pela consciência e ética.
Toda
fonte de pesquisa toma tempo e hora, pois exige uma reflexão aprofundada,
vivência árdua, ter-se métodos de como organizar cada descoberta e sermos
ousados na proteção daquele fato ou local de pesquisas. O historiador tem sua
vida pautada em verdades, pois cada procedimento deve ser analisado onde
respostas fluirão para fortalecer os porquês que serão solucionados a cada
insistência no nosso trabalho.
A
pesquisa fica muito mais interessante quando temos apenas, fotos e filmes, pois
sendo fatos de momentos passados a nossa habilidade deve ter aquele lado de
querer descobrir, aguçado, pois precisamos ter sempre em mãos um modesto
caderninho onde as palavras chaves serão o grande aliado do que desejamos obter,
as respostas. E é sempre numa biblioteca, museus e arquivos que estão os
primeiros passos da nossa pesquisa.
O
papel da teoria histórica é ver o mundo dentro de verdades onde cada indivíduo
conviva em paz. É saber de cada conceitos e categorias onde a história
caracterize e registre para manter esta preciosidade arquivada.
Exemplo:
Na cidade de Jacareí, interior de São Paulo. Museu da cidade (museu de
antropologia), lá acontece sempre no horário dás 20h00 ás 00h00 ás sextas, uma
atividade de contação de causos, lendas da cidade e do Vale do Paraíba, onde é
aberto a todo público interessado nas histórias e lendas da cidade e Vale do
Paraíba.
Escolher
o tema de certa pesquisa é algo que deve ser decisão certeira, devemos ter
razão do que iremos relatar interpretar, aquilo que estamos afiados e íntimos
se assim posso descrever, para prosseguirmos com as demais probabilidades de
garantias e sucesso no relatório, cheio de detalhes.
A
escolha de um tema que se sobre saia sob uma imensa pilha de livros a serem
pesquisados, lugares a serem analisados e que darão a sustentabilidade ao nosso
estudo. Conforme nos aprofundamos irão aparecer os problemas onde por
conseqüência deveremos proporcionar as soluções a serem postas para este estudo
tão acirrado.
A
problematização é contínua e acompanha todo o processo de pesquisa onde torna o
movimento empírico à teoria, assim dispomos a elaboração de noções, conceitos,
categorias, análises pelo qual fazem a ponte de diálogos, com evidências
encontradas no decorrer de todo nosso estudo.
A
investigação as vezes é a resposta ou não, pois dependendo do tema o assunto
pode tornar-se delicado, confuso, cheio de dificuldades, porém, quando
pesquisamos aquilo que nos deixa curiosos ou intrigados vamos até os últimos
momentos, da pesquisa, o que queremos salientar sobre a verdade daquilo que
precisamos sermos abertos com amigos, colegas de trabalho ou ao público, fazem
da seguinte questão: “eu gosto de
escrever, de pesquisar temas que nos chama a atenção”, um trabalho
corriqueiro onde o tema será simples, onde o problema será questões
desafiadoras, uma experiência para minha carreira e por fim, uma aventura a ser
vivida de maneira divertida, seja por mim mesma ou pelos jovens e demais
interessados, que desejam descobrir fatos curiosos e fascinantes.
As
mudanças surgem conforme cada item a ser estudado, aparece e assim damos novas
noções e conceitos ao que já foram complementadas. A História é assim, ela
inicia de certa maneira e finaliza com métodos totalmente diferentes e por quê?
Porque o homem muda conforme os anos, o homem altera seu ambiente conforme
inventa algo diferente, o ser humano é imprevisível não sabemos quando ou a que
horas acontecerão mudanças e por isso, que o pesquisador e professor deve ter
uma mente aberta, onde possa absorver cada resultado obtido e estudado.
Nós,
futuros professores de História, futuros Historiadores, devemos sempre estar em
constante observação da sociedade, pois é através deste ato que transportamos
as respostas atuais, daquilo vivido num passado. Somos caçadores de histórias e
relíquias, homens e mulheres independentes de tudo que escrevemos sobre a glória de um passado, o aprendizado de pessoas que viveram em
função de algo, em função da paz, de inúmeros
porquês de vivermos num mundo, cujo lugar, fora criado por alguém (Deus)
que não vemos mais que cuidou de nossos antepassados e cuida de nós, no hoje.
A
vida é um mistério e cada detalhe que vivemos são as partes finais para tornar
viva tudo aquilo que existiu e deve continuar, tudo aquilo que existiu e deve
mudar. E é neste momento que uma revisão de historiografia sempre é refeita,
para darmos os devidos cuidados a cada detalhe da vida, que flui em nossas
mentes e coração. Paixão da pátria,
admiração de filósofos, grandes líderes, grandes mulheres, mistérios curiosos,
etc…
Professora Sandra - autora do blog
Laboratório de História e Geografia
Um
pesquisador quando entra em seu horário para um trabalho de campo, visita
lugares, locais, onde para uma pessoa normal diz ser muito interessante e
fascinante. Mas para nós, pesquisadores, gostamos do que fazemos e assim,
desenvolvê-lo com competência e responsabilidade. O professor deve estimular a
participação de cada aluno quando mostra seja num vídeo ou fala destes lugares,
para que, desperte neles as tantas razões de interesse por cada detalhe destes
locais.
Conhecer
um museu é uma das principais etapas que todo professor procura agir e preparar
uma bela excursão para um estudo prático, e deste modo ele deve preparar seus
alunos como comportar e as questões certas a serem discutidas com o guia que
apresenta, cada peça do museu, cada detalhe da história que este
estabelecimento guarda. Como disse, devemos planejar quando vamos ao museu
conhecê-lo, elaborar temas a serem discutidos em sala, antes do passeio,
durante todo percurso no museu e depois. Precisamos destes temas para que
tenhamos conteúdos do que cada professor deverá desenvolver e deixar claro os
objetivos da visita.
Nos
dias de hoje, temos os museus virtuais onde do laboratório da escola fazemos
nossa visita, reconhecemos em cada corredor as peças que lá estão expostas,
virtualmente.
Para
cada visita, seja num museu, arquivo, bibliotecas antigas e famosas pelo
conhecimento da região ou país, devemos sempre estar munidos de um mini
gravador ou bloco de anotações.
Geografia
é mais fácil de disponibilizar uma aula prática, pois por tratar dos
conhecimentos de espaço, tempo, medidas, extensões de terras, enfim,
conseguimos desenvolver jogos usando o intelecto para soluções. Já a História,
por ser cem por cento teoria, vejo dificuldade em fazer aulas práticas, pois o
que sempre vemos em outros profissionais já com uma grande bagagem de experiência
em lecionar, é trabalhar a disciplina História com datashow, filmes e visitas a
locais da História seja ela regional, civilização, antiga, etc. O estudo de
campo envolve ação direta, coleta de dados, registro de pesquisas, organização
de todo este material levantado e muita análise destes dados e é assim, que
cada professor, cada historiador, trabalha, envolve-se no serviço: Preenchimento de muitos formulários para
entrada de muitos locais históricos e relatórios e mais relatórios de tudo
visto e analisado.
A
História deve ser observada e cada ponto de nossa observação anotada, pois na
montagem de cada tópico que tomamos nota vem a idéia de pôr em prática algumas
atividades em sala de aula ou do ensino aprendido fora da sala impor as
exigências a cada aluno sobre determinadas questões ou relatos daquilo que
conhecemos. Por exemplo: Com cada observação mais livros, sejam virtuais ou
físicos, montar um relatório com nossas palavras sobre a visita a tal local ou
se for um lugar específico como uma exposição de tal personagem histórico, os
alunos devem junto a sua imaginação, fontes bibliográficas, internet, o
desenvolvimento de um teatro sobre a história ou ainda, um vídeo sobre cada
aluno expondo sua participação neste trabalho.
Professora Sandra - autora do blog
Instrumentação científica
Certos
objetivos que leva-nos a compreender, como e porquê, estudar as demais razões
de conhecimentos no mundo. Como é absorver todo conhecimento e estudá-lo a ponto de,
transmiti-lo?
ü Termos
a importância da leitura e estudo.
ü Estudar,
passar cada item absorvidos ou termos objetivos maiores.
A
leitura busca a curiosidade e assim devemos anotar cada palavra chave e
armazenar as observações vistas, que foram registradas a respeito do fato
histórico; Fichar as nossas leituras de tudo aquilo que tenha ficado em nossas
mentes; Fluxogramas são desenhos que ajudam a dar mais sustentação as questões
que surgem através das leituras e observações; Resumir para assim, termos a
facilidade de compreensão sobre o que estamos estudando.
Estudar
é aquilo que fazemos onde nos envolve num certo dinamismo e esforço. Assimilar
e revisarmos conteúdos de forma crítica, reflexiva e refazendo o que já foi
construído num sentido de nossa melhora na maneira como estudamos. Devemos ser
educadores transformadores, onde fazemos acontecer. Devemos desapegar do mundo
e questionar demasiadas questões que surgem em nossas mentes e ativa a vontade
de leitura, estudo, reflexão.
O
estudo equivale em prepararmos com vários livros de história, vários conceitos,
explicações, porém todos os livros tem o mesmo ideal:
“A História é o estudo científico do
passado humano. É a ciência que se preocupa com a vida dos homens através dos
tempos.”(Alencar, pág. 6)
O
passado é algo complexo pois quanto mais antigo for o fato, maiores chances de não
conseguir, totalmente, todas as respostas. O presente são as ferramentas do
historiador, onde irá realizar uma triagem de tudo que foi encontrado, do
passado, a ponto de compreender o que ou quem viveu a tantos anos atrás.
Fazermos
uma triagem de fatos que constituem o passado humano, os importantes e
significativos. Como:
·
Fatos
sociais: Que determinam rumos da vida, de determinado local.
·
Fontes
históricas: São marcas e sinais, pelo qual mostram que
alguém viveu naquele determinado lugar.
·
Fontes
não escritas: Obras de artes, utensílios, vestimentas,
construções, esqueletos.
Fontes escritas: Documentos ou relatos
escritos deixados em papel, pedra, etc.
Mecanismos
de buscas são de extrema importância, pois nos dias atuais precisamos habituar
aos novos conceitos e ferramentas e transmitir tudo isso dentro de cada aula dada,
sem sair do conteúdo que irá ser explicado. Cada jovem não vive sem seu
smarphone então, usar este mecanismo ao agradável, digo, com a disciplina de
história invadir cada pensamento, jovem, adultos, proporcionando o conhecimento
de sites, bibliotecas, saber onde ir buscar tais conhecimentos, onde pesquisar.
“O ontem tínhamos a necessidade de
adquirir tais informações e o hoje estas informações vem em exagero”. E é
com o auxílio do professor que cada jovem e adulto irá saber fazer a sua
triagem do conteúdo que necessita para seus trabalhos, relatórios,
questionários, dúvidas ou curiosidades.
Para
utilizarmos as ferramentas, ou seja, site de buscas como, por exemplo, o Google,
devemos insistir em nossas pesquisas com diversas palavras, pois se desejamos
ser historiadores de verdade precisamos nos envolver e aprofundar no mundo das
letras, das palavras, de demais significados, para que possamos continuarmos
focados naquilo que temos em mente, naquilo que iremos proporcionar uma
curiosidade nos nossos alunos e despertar neles, a essência do que é interesse
por conhecimento.
Sites
de buscas e demais outros sites, assim, como uma biblioteca, sites de
bibliotecas virtuais que são configuradas detalhadamente para buscar o título
de livro, assunto ou autor para suprir nossas necessidades. Cada site de
biblioteca possui também um catálogo online. Também há sites de bibliotecas
temáticas, onde podemos chegar e navegar em outras bibliotecas dentro de uma e
que, cada biblioteca virtual possui um acervo diferenciado aonde venha a suprir
nossa insaciável fome por conhecimentos e nos disponibiliza muitos livros e
periódicos on lines de que precisamos, necessitamos, para nossas dúvidas e
buscas de curiosidades e novas curiosidades dos nossos alunos. Todas as buscas
são mostradas como simples, cheias de detalhes e mais avançada vai de acordo
como você deseja pesquisar.
Existem
também as enciclopédias virtuais pelas quais podemos colaborar ajudando a
compor o campo de conhecimento ou fazendo nossa propaganda aos alunos da escola
que trabalhamos. Blogs específicos em História e Geografia, fora que há de
outras áreas. Quando temos a vontade de conhecer o mundo, pessoas, empresas, a
internet torna-se uma ferramenta muito importante para cada um de nós.
Livro
pesquisado: Alencar, Álvaro Duarte de. História do Brasil – 5 série, evolução
econômica, política e social, Editora Saraiva, 5 edição, 1983
Professora Sandra - autora do blog
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