segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Entrevistando um educador


1) Nome do professor (a) entrevistado
 
2) Tempo de atuação e formação na educação
 
3) Que concepção pedagógica está embasada a escola em que atua?
 
4) Como está organizado o seu fazer pedagógico?
 
5) Considerando as características do mundo atual, leituras realizadas, que tipo de didática é necessária para insurgir sobre esse mundo em que vivemos?
 
6) Podemos observar o pensamento de Paulo Freire no seguinte trecho: "Quando entro em uma sala de aula, devo estar sendo um ser aberto a indagações, a curiosidades, as perguntas dos alunos, as suas inibições, um crítico e inquiridor, inquieto em face da tarefa que temos - a de ensinar e não de transferir conhecimento." Como essa postura pode ser concretizada em sala de aula?
 
 
 
 
 
 
 
Professora Sandra - autora do blog


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Produtividade e sustentabilidade

 
 
 
 
 
 
 
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Terra e sustentabilidade

 
 
 
 
 
 
 
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Meio ambiente e carta da Terra

 
 
 
 
 
 
 
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ABC do meio ambiente

 
 
 
 
 
 
 
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Monumentos Históricos e misteriosos

 
 
 
 
 
 
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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Dicas: professores e seus alunos


Prepare-se

Às vésperas da primeira aula, um professor pode ter algumas reações desagradáveis como: ansiedade e medo.

O novo professor também pode acreditar que é tímido e ter dúvidas quanto ao seu desempenho em sala, são reações freqüentes.

Na minha opinião, isso decorre de uma avaliação distorcida que fazemos: imaginamo-nos dando aulas e as coisas dando errado, só que não incluímos na avaliação a preparação que iremos fazer. Você pode considerar os medos e ansiedades como procedentes, se você fosse dar aulas naquele momento. Inclua uma preparação no caminho entre o agora e o momento das aulas e você vai perceber que as emoções vão se modificando à medida que você vai se preparando.



1) Planeje bem as aulas

Faça um planejamento detalhado do que vai fazer, em conteúdo e estrutura, o que vai por no quadro, o que vai dizer. Improviso é para quando você estiver mais maduro e mais à vontade.

 2) Ensaie

Dê as aulas antes, para ninguém, para o espelho ou para um conhecido. Se com este, peça para ele criticar e lhe indicar as oportunidades de melhoria. Grave-se ou filme-se dando aulas e depois escute ou veja procurando oportunidades de melhoria (faça isso antes que a realidade lhe mostre). Procure variar o tom de voz, é mais difícil prestar atenção a uma voz monótona. Repita e/ou enfatize com a voz algumas passagens mais importantes.  



3) Prepare-se emocionalmente

Emoções geralmente contém uma mensagem. Na véspera da minha primeira aula, senti verdadeiro pânico. Depois descobri que isso era uma mensagem de que eu devia me preparar melhor.

Na seção Inteligência Emocional tem uma matéria sobre como lidar produtivamente com medos. Pratique-a algumas vezes que depois você acaba fazendo-a automaticamente, e terá uma boa ferramenta para o resto da vida.



4) Ajuste as expectativas

Cuidado com a auto-expectativa irreal de que você tem que saber tudo e responder a tudo. Já vi um professor contar que disfarçava seu não-saber indicando ao aluno o exercício de buscar a resposta.  Você tem que saber o conteúdo e mais um pouco. Quando me perguntavam coisas que eu não sabia, fora da matéria, eu simplesmente dizia que não sabia. Se achasse importante, podia até procurar, mas não era a regra. Um aluno uma vez até disse me admirar por isso! O que lhe dá credibilidade, talvez a mais importante característica de um professor, não é saber tudo, porque isso não é possível, mas sim dizer o que é, quando sabe, dizer que acha que é, quando não tem certeza, e dizer que não sabe, quando realmente não sabe. Isso é que o torna confiável.

 5) Segure as rédeas da turma

Um ponto essencial em classe é você reconhecer e saber que você é a autoridade. Os alunos testam os limites para saber como se portar e usam o que acontece como referência para o que vão fazer. Se alguém conversar alto e você não fizer nada, abre caminho para que aconteça de novo. E se você disser que vai mandar alguém embora se atrapalhar e o fizer duas ou três vezes, vai ter um padrão que permite aos alunos prever o que vai acontecer, e aí não vai precisar mandar ninguém embora. O importante aqui é você ter bem claro para si mesmo o que quer e saber que é o responsável por fazer isso acontecer.Por outro lado, é importante preservar um bom e amigável relacionamento com os alunos, senão te "fritam" e você não consegue alcançar o objetivo. Assim, um dos objetivos iniciais é construir um bom relacionamento com a turma e com os alunos, o que vai lhe permitir depois chamar a atenção deles sem que eles achem que você os odeia. Para isso, procure os lados bons de cada um:  um é estudioso, o  outro é cordial e respeitoso, todos têm qualidades, e você é que tem que percebê-las. Se tiver que fazer algo drástico, como mandar alguém embora, faça-o na boa, sem "matar" o relacionamento com ninguém. O que você diz é  secundário; a maneira como o diz é muito mais significativa. Nosso papel em sala é análogo ao de uma boa enfermeira, que não liga se o doente é chato ou não, ela tem uma missão e precisa fazer o que é preciso para cumpri-la, e precisa então relevar, ignorar e esquecer as coisas que a tiram do foco e não contribuem para os objetivos.



6) Coloque-se no lugar do aluno

Um exercício muito bom que você pode fazer é, estando relaxado, visualizar-se sentado numa das carteiras, na posição de aluno. Experimente e descubra as vantagens. Uma professora de Biologia que conheço prepara as aulas assim: lê a matéria, monta o quadro na mente e se coloca na posição de um aluno para verificar se está bom. Outra coisa boa é lembrar-se de suas próprias experiências como aluno, como o que gostava nos professores e como se relacionava com eles, o que sentia, como se motivava, influência dos colegas.  

 7) Tímido, eu?

E se você acredita que é tímido, permita-me não acreditar nisso, garanto que tem situações em que você não age timidamente. É uma situação nova e requer preparação, e uma vez preparado o suficiente, você vai se sentir mais confiante e com vontade, sabendo que vai fazer um bom trabalho ou pelo menos que fez o seu melhor para isso, e vai continuar melhorando na medida de sua dedicação. Para isso você só precisa de foco: durante um tempo, priorizar a nova atividade e dedicar todo o tempo possível.
 

8) Melhore-se




Para o futuro, mantenha ao lado, leia e procure aplicar as idéias de livros de didática, em particular os de PNL. Recomendo:

- Treinando com a PNL (O'Connor e Seymour)

- Enfrentando a Audiência (Robert B. Dilts)

- Aprendizagem Dinâmica I e II (Dilts e Epstein)

- Almanaque do Professor - Modelos, técnicas, estratégias e muitas outras idéias que juntei e que podem lhe inspirar.

 

Ponha na cabeça e no coração que haverá sempre algo a mais para se aprender, seja com livros, com colegas, consigo mesmo, com o coordenador ou com feedbacks de alunos. Descobrir que não sabe algo é um avanço, lembre-se disso. E, como disse o Millôr, "Aula em que o professor não aprende nada é uma aula inútil".

Boa sorte! E uma frase que vi algures para fechar: "Quanto mais eu trabalho, mais sorte eu tenho!"

 

 

Virgílio Vasconcelos Vilela - autor do texto
Professora Sandra - autora do blog

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

As misteriosas e sempre interessantes, as pirâmides


A religião no Egito e na Babilônia


Desde Babel o homem foi conhecendo cada espaço deste mundo, com a ajuda dos rios Tigre e Eufrates isto tem acontecido com o passar dos tempos, povos diferentes se encontravam.

Povos diferentes, cultos e deuses variados, alguns em forma de animal.

O Egito era um exemplo de cultos a vários deuses, de entender e explicar religiosamente o esplendor das civilizações.

A religião no Egito: No antigo Egito os cultos eram de natureza local com divindades representadas sob a forma de animais e ao passar os anos os deuses foram ganhando formas e aparências diferentes, parte humana e parte animal.

A religião dos egípcios eram praticados em grupos isolados, sem liturgia ou corpo de doutrinas. A confiança dos egípcios nos deuses era tão grande que a dependência de um equilíbrio dos cosmos; estrutura da sociedade; felicidade na vida; sobrevivência após a morte era tudo posto nas mãos dos desuses.

Faraós – filhos dos deuses: O faraó e seus subordinados tinham os conhecimentos da astronomia e geometria onde previam a possibilidade de aproveitamento das enchentes do Nilo, para garantir sucesso nos empreendimentos agrícolas. Tudo realizado junto as orações aos deuses (garantia de vida melhor) e confirmado a filiação divina do faraó, como mediador dos deuses entre o povo.

A religião do Estado: Os faraós eram tidos na Terra para manter continuidade da organização cósmica, assim gera uma intercessão faraônica pautada em cima dos fatos acontecidos ou previstos. Era o reforço das orações na Terra, através da pessoa do faraó por isso, cabia aos reis a filiação divina. Principais deuses solares – Ra, Amon-Ra e Aton.

O faraó era responsável por construir templos, presidir cultos, organizar ritos funerários em obediência a deusa Maat, que representava equilíbrio, verdade e justiça.

As grandes pirâmides e templos já construídos remontam a 4 e 5 dinastia (2613 – 2345 a. C.).

A noção de um deus primordial: Quando modificava a dinastia criava uma mudança na dinastia onde haviam alterações nos cultos. Quando predominava o poder central, prevalecem os deuses-cósmicos; ao ressurgir a força popular revitalizam-se os deuses locais.

Ftá era o criador que coexistia com mais oito deuses primordiais entre os quais, Aton. Representando a inteligência e a vontade; Horus representava o horizonte; Osíris era tido como um faraó que ressuscitou nos braços da esposa Ísis e foi vingado pelo filho de Horus.

Todos os vestígios encontrados desde 2050 a. C. , acham-se nos demais papiros que compõem o tão famoso livro egípcio, livro dos mortos.

A religião na Babilônia: A formação religiosa do Egito são os mesmos aplicados na Mesopotâmia.

Durante anos o poder religioso era submetido aos comandos do soberano, após a separação entre a ordem pública e religiosa, torna-se um princípio através do Código de Hamurabi ( século XVIII a. C.), a não participação do monarca nos atos religiosos.

Os deuses: “Entre os homens e as divindades erguia-se um complexo sistema de relações, no qual se incluía o culto, o exorcismo e a magia”. (Cabral, pág. 32)

A religião de Marduk: Reforma política, religiosa de Hamurabi (1792 – 1750 a. C.), Marduk, que era deus da Babilônia foi elevado a deus principal. Senhor da sabedoria pois tinha um dom de cura e vida superior. A figura de Marduk possuía duas personalidades a de filho do sol e deus da magia.

Diversos

Os Zigurath – Construções compostas por patamares superpostos, tinham acessos a monumentos através de escadas externas. Faziam a ligação entre o céu e a terra sendo que, era baseado a narrativa bíblica sobre a torre de babel.

O mundo dos mortos – “O mundo dos mortos consistia num universo de sombras que se esvaíam, prisão sem saída, sinistro reino de Nergal”. (Cabral, pág. 35)

O culto – Oração, e liturgia, comunicação com os deuses. Estátuas representavam as divindades, ornadas em ouro e prata e banquetes servidos na mesa do altar seguidos de rituais. Eram oferecidos carnes de carneiro, vaca e porco, peixes e legumes também. Bebidas servia o hidromel, vinho e cerveja.

A oração – Falada ou cantada, em solo ou coro, onde expressava-se toda admiração dos celebrantes a divindade e suplicava os pedidos por meio de intercessão. Exemplo de oração está em Salmo 115. 4, 5.

Horóscopo – “Evolução dos calendários que tinham as obrigações, abstinências e oportunidades para cada pessoa, de acordo com os meses ou período do ano. Os horóscopos nada tem de científicos, na realidade são ordenanças ou previsões demoníacas”.  (Cabral, pág. 36)

Os demônios – Ligados ao pecado ou acontecia por ação do mal instigados por feiticeiros. Acabavam culpando os deuses por demônios estragarem suas vidas.

O exorcismo – Eram feitas com o intuito de afastar as forças maléficas e abolir as causas do mal , (“ os asipu”).

 

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:- Religiões, seitas e heresias. Cabral, J.; Editora Universal Produções – indústria e comércio, 4º edição. 1980, Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

Professora Sandra – autora do blog

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Letramento


Hoje, a alfabetização não é mais vista como a adaptação e adequação de códigos, ela envolve um processo complexo sobre representações lingüísticas. A alfabetização contemporânea não restringe-se mais ao fato de saber ler e escrever, após saber ler e escrever a pessoa terá condições de adquirir novos conhecimentos e novas culturas, aperfeiçoando-se pessoalmente e socialmente. A esse processo dá-se o nome de letramento.
Não basta apenas saber decifrar códigos, é importante conhecer os fundamentos do que está escrito. O indivíduo precisa agregar conhecimentos ao que lê.
Ler significa: interpretar, compreender, contestar e opinar para que a produção de conhecimentos seja adquirida e para isso, é preciso que tenha acesso gradativamente a todos os tipos de textos.
A alfabetização é responsável pela socialização das pessoas por possibilitar trocas de informações simbólicas com outros indivíduos e outras culturas. Por isso, é considerada como um fator que estimula o exercício de cidadania e o desenvolvimento da sociedade como um todo.
Nos dois primeiros anos do ensino fundamental a alfabetização formal é assimilada, após esse período de fixação, o aluno já poderá ser considerado um leitor. Começa então a fase de interpretação de textos.
A palavra letramento é um termo relativamente novo, ela começou a surgir entre os lingüistas, após 1985, que começavam a acreditar que a língua falada de maneira culta era conseqüência do letramento. Na verdade, ela chegou ao Brasil, já como tradução de literacy, mas vem do latim littera (letra).Acrescentando-se o sufixo inglês cy que denota condição, estado, fato de ser – literacy é o estado daquele que aprende a ler e escrever.
O letramento é o grau ou resultado obtido pelo leitor ao se apropriar do saber da leitura e da escrita. O letramento é confrontado pelo seu inimigo, o analfabetismo, portanto pode ser considerado como um termômetro de cunho social. O intuito desta política deve ser o de proporcionar o desenvolvimento de competências lingüísticas para que as pessoas possam dominar a oralidade, leitura e escrita. O letramento faz com que o ser humano cresça e adquira mudanças por conta de suas aquisições de conhecimentos lingüísticos, cognitivos, sociais e políticos. E esse é o papel fundamental do educador utilizar metodologias que aprimorem a lingüística do aluno. Em alguns materiais de pesquisa sobre alfabetização, podemos encontrar um poema de autoria de Kate M. Chong, uma estudante norte-americana de origem asiática, que define o que ela sente sobre letramento, um  poema, fala da necessidade constante pela busca de notícias, lazer e leitura, mesmo que, de revistas em quadrinhos e das viagens imaginárias que fazemos com livros em nossas mãos, o poema nos mostra a importância de conseguirmos nos situar na sociedade e época em que vivemos.

O QUE É LETRAMENTO?
Letramento não é um gancho em que se pendura cada som enunciado,
não é treinamento repetitivo de uma habilidade,
nem um martelo quebrando blocos de gramática.
Letramento é diversão é leitura à luz de vela ou lá fora, à luz do sol.
São notícias sobre o presidente
O tempo, os artistas da TV e mesmo Mônica e Cebolinha nos jornais de domingo.
É uma receita de biscoito, uma lista de compras, recados colados na geladeira,
um bilhete de amor, telegramas de parabéns e cartas de velhos amigos.
É viajar para países desconhecidos, sem deixar sua cama, é rir e chorar com personagens, heróis e grandes amigos.
É um atlas do mundo, sinais de trânsito, caças ao tesouro, manuais, instruções, guias, e orientações em bulas de remédios, para que você não fique perdido.
Letramento é, sobretudo, um mapa do coração do homem, um mapa de quem você é, e de tudo que você pode ser.
O letramento é um processo complementar da alfabetização. Ele não pode ser visto como uma alternativa de alfabetização. Não se pode escolher entre letrar ou alfabetizar como práticas pedagógicas. No entanto, o ideal é que se tenha condições de alfabetizar, letrando.

Alfabetização: Ação de alfabetizar, ou seja, tornar alguém capaz de ler e escrever, é um processo considerado quase que mecânico, aprendido em sala de aula.
 
 
 
 
 
 
 
Professora Sandra - autora do blog

 

O comportamento do homem através da ética e da moral


 



A filosofia surgiu na Grécia Antiga, no século V a.C., No sentido etimológico, o termo filosofia vem do grego filos, amor, e sophia, sabedoria, conhecimento. Significa a busca da sabedoria e do conhecimento. Conforme a filósofa brasileira Marilena Chauí (1997), a reflexão filosófica surge a partir dos problemas que os homens e as sociedades enfrentam no seu desenvolvimento histórico; por isso, a filosofia está intimamente ligada à história.

 Qual a origem do mundo e do homem?

O conjunto das regras de convivência ou costumes de uma sociedade, em grego, se diz ethos, origem da palavra portuguesa ética. Em latim, o conjunto de costumes se chama mores, origem da palavra portuguesa moral. Em outras palavras, no sentido etimológico dos termos, ética e moral se equivalem; desse modo, o conjunto de regras de convivência ou de costumes, os comportamentos socialmente esperados, o que as pessoas devem fazer e o que as pessoas não podem fazer são chamadas tanto de ética como moral. A importância da ética ou filosofia moral está, justamente, na análise e crítica do regramento moral da sociedade, de tal forma que as regras tenham razoabilidade e contribuam para o desenvolvimento social e, ao contrário, não sejam um elemento impeditivo e inibidor do crescimento da sociedade como um todo.

Faça alguns testes para descobrir na prática as verdadeiras conclusões do que vem a ser ética e moral.

1.    Faça uma entrevista com uma pessoa mais velha e peça para que ela descreva pelo menos um comportamento ou costume que vivenciou.

2.    Pergunte para essa pessoa, se ela entende o porque da razão deste comportamento ter se modificado.

3.    Analise tudo da pessoa que entrevistou e indique a razão ou razões que levaram a essa modificação no comportamento, como mudanças nos valores sociais, críticas sociais ao comportamento mencionado, etc.

4.    Na sua avaliação o novo comportamento é melhor para a vida social que o anterior? Que razões justificam a sua interpretação?

A palavra cultura é uma palavra polissêmica, isto é, dependendo do contexto de que se utiliza, possui vários significados. Normalmente a palavra cultura é entendida em sentido erudito, como sinônimo de um conhecimento sofisticado em arte, literatura, teatro, filosofia, etc. Em antropologia, cultura é entendida em sentido amplo significando as transformações e criações humanas que se originam no processo histórico de produzir as condições para satisfazer as necessidades de sobrevivência.

A principal diferença entre homens e animais está na capacidade humana de transformar a natureza e adequá-la às suas necessidades. Esse processo de transformação da natureza é orientado pela racionalidade, na medida em que o homem projeta o que irá realizar.

Entender o homem como ser cultural implica entender os fatores históricos que determinaram este modo de ser: a disputa pela sobrevivência no solo, a evolução cerebral e as modificações instintivas e comportamentais decorrentes dessas transformações. Assim, os valores que o homem cultiva são os valores determinados pela sua cultura, e seu modo de pensar está de acordo com o modo de pensar conforme sua sociedade. Enfim, seu comportamento acontece de acordo com as expectativas sociais, os padrões e papéis definidos pelo status vigente na sociedade. O homem é um ser cultural.  

A cultura organizada constitui uma visão de mundo. Os homens produziram seus mundos (culturais) ao longo da história. Quando uma criança nasce é “ensinada” a viver de acordo com o mundo cultural no qual está inserida. Seu modo de pensar, seus valores sua “visão de mundo” são determinados pela cultura historicamente produzida pela sociedade. Na cultura estão definidos os padrões de comportamento, as normas morais ou éticas. Desse modo, toda cultura possui uma moral. Do ponto de vista da ética enquanto reflexão filosófica sobre os padrões de comportamento, é importante que tais padrões passem pelo crivo da crítica, a fim de que as normas sejam avaliadas racionalmente e confirmadas ou substituídas por outras melhores.

 

 

 

 

 

 

 

Professora Sandra - autora do blog

 
 



 

 

 

 

 

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Planejamento de aula (ensino fundamental)

COMPETÊNCIAS:-
 
 
ü  Aprender a entender o porquê que o homem faz guerras
ü  Aprender  o sentido de um tratado de paz
ü  Aprender o que era o socialismo e seus precursores
ü  Aprender sobre as crises econômicas
 
 
 
HABILIDADES:-
 
ü  Através de sites de buscas (Google), o entendimento do professor, anotar no caderno palavras-chave, impressão de fotos para discussão em sala e procurar desenvolver um breve texto (10 linhas) sobre tudo pesquisado.
 
ü  Através da vida de suas famílias fazer um relato sobre desentendimentos com familiares e como proporcionaria um tratado de paz.
 
ü  Com ajuda do dicionário, enciclopédias, copiar o que é socialismo e as pessoas que eram ligadas. Anotações serão discutidas em sala de aula
 
ü  Pesquisar sobre todo tipo de crise econômica brasileira dos dias anteriores até os atuais (estudar em casa) e juntamente com revistas e jornais (em sala de aula), fazer recortes das figuras que relacionam ao que foi pesquisado.
 
 
 
 
 
 
 
 

REFERÊNCIAS:

 
Janotti, Maria de Lourdes. A primeira guerra mundial: o confronto de imperialismos. Editora atual, 1992, 1º edição. São Paulo
Enciclopédia mirador internacional. Encyclopaedia Britannica do Brasil publicações ltda, volume 19. São Paulo
Ferro, Marc. História da segunda guerra mundial: século XX. Editora ática, 1995, 1º edição. São Paulo
 
 
 
 
 
 
Professora Sandra - autora do blog

Planejamento de aula (ensino médio)

COMPETÊNCIAS:-
 
 
ü  Aprender a arte de saber pesquisar (sites, livros)
ü  Aprender a ler o texto encontrado e tirar palavras-chave
ü  Aprender a desenvolver relatórios (com próprias palavras)
ü  Aprender a armazenar dados de tudo lido e relatado num gravador
 
 
 
HABILIDADES:-
 
 
ü  Na sala de informática, com os passos do professor, conhecer sites de pesquisas e buscar o que foi pedido. Também desenvolver esta técnica nos livros da biblioteca, seja na escola ou levando o livro para casa.
 
ü  Após uma breve busca, ler o material com atenção e tirar palavras-chave. Se não entender determinado trecho ler novamente.
 
ü  Com estas palavras-chave, as explicações do professor, desenvolver um relato com suas palavras, sobre o assunto falando: O que entendeu sobre o antigo Egito? Compare a civilização do hoje com a civilização egípcia na forma de organizar-se em sociedade e na economia.
 
ü  De tudo pesquisado e feito, grave num gravador imaginando-se como um historiador, numa determinada escavação arqueológica no Egito.
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS:-
 
 
 
Enciclopédia mirador internacional. Volume 7, encyclopaedia britannica do brasil publicações ltda. São Paulo
Figueira, Divalte Garcia. História – série novo ensino médio. Editora ática, 1 edição, 2002, São Paulo
 
 
 
 
 
 
Professora Sandra - autora do blog

Pesquisando a História


O tema para um trabalho científico deve ser estudado com muita antecedência, analisar, cada detalhe sobre o tema, estudar os artigos relacionados ao trabalho ou  consulta de autores, de livros e projetos.

Um projeto bem arquitetado passa a ser um documento em constante desenvolvimento pois além de termos a introdução temos, o desenvolvimento e conclusão onde continuamos após o encerramento do projeto com as idéias de ver todo este trabalho, na prática.

ITENS POR ONDE COMEÇAMOS:- Identificar o motivo para a criação deste projeto; objetivos; questões-problema.

Precisamos dar ênfase para o desenvolvimento do que temos em mente, ter razões para futuras hipóteses conclusivas, do problema estudado e dos dados levantados em função das idéias colocadas no papel.

Ambições e determinações do que desejamos ao bem da sociedade. Devemos estabelecer conceitos de tudo pesquisado e pré-estabelecer categorias a cada pesquisas.

“ Devemos ter em questão  a ciência do passado e presente na sociedade dos dias de hoje.”

Cada relatório com seu preenchimento das fontes pesquisadas, das entrevistas analisadas, são o detalhamento e formato para um minucioso trabalho bem desenvolvido, visando seu problema, objetivos a seguir e anotando suas fontes pois todo pesquisador que deseja a verdade deve seguir sem cansaço, cada pista. Agora, para um professor de História, a questão deve seguir no intuito de que o professor com sua criatividade, gerar não só interesses mais desafios em cima daquelas pesquisas que trouxe para dentro da sala de aula, contendo: problemas, objetivos a serem observados e descritos.







Professora Sandra - autora do blog
   

terça-feira, 12 de julho de 2016

E se não existisse...


E se… Hitler tivesse vencido? E se Jesus não tivesse sido crucificado? E se a Terra parasse de girar? Bem vindo as realidades alternativas.
1)  Um exercício de realismo fantástico e conceito: A capacidade de fazer suposições é a raiz da inteligência. A questão é, se em todo estudo nos perguntarmos e se…
 
Capítulo I: Big Bang
Criação do mundo, seria Deus ou ciência?
Toda matéria espalhada pelo espaço foi a idéia de big bang. Este big bang foi uma série de explosões. Características:- três minutos surge nêutrons e prótons; em 380 milhões, os átomos; em 98 o universo cresce mais rápido, um bilhão de anos, causa do movimento – energia escura; força oposta à gravidade que afasta as galáxias.
Big Crunch = grande contração
Outra teoria do big bang, resultado da colisão de dois universos. A lua = sem a lua não existiria os humanos e se existisse, seria uma civilização diferente. “ A lua é um naco terrestre que foi arrancado quando um planeta desenfreado chamado Orpheus bateu em nós, bilhões de anos”. Por causa da batida de orpheus a lua passou a fazer parte da Terra.
Dois sois = Segundo sol, campo gravitacional, 28000 vezes mais forte. Com o segundo sol o reino das plantas seria mais forte.
Marte = Sufoco, Marte iria equivaler 18% onde apenas 2 bilhões de pessoas seria o número ideal. Gravidade 1/3; sem plantas; sem animais, quero dizer, animais só se fosse com asas; 668 dias marcianos contra 687 dias terrestres; sem diferenças, falando a mesma língua.
Gravidade = Sem gravidade não existiria vida que sobrevivesse. “ A gravidade determina a pressão, a densidade e a temperatura as condições que dão forma aos elementos químicos. “ O ser humano ou animal que viver na Terra, seriam gigantes.
Ser humano animal voador = Sermos humanos muito diferentes.
Velocidade da luz menor = Acarretaria vários paradoxos (a massa dos objetos aumenta a medida que se aproxima da velocidade da luz).
A Terra e um continente = Se isso acontecesse não haveria o atlântico, a unidade de ar seria baixa, chuvas ficariam poucas e a água doce pouca. Isso já aconteceu há 750 milhões e 250 milhões.
50 milhões de anos – Europa e África, índios (povos saíram do extremo oriente e a 15 mil anos entraram a América pelo estreito de Bering.
Neandertais vivos = mais sofisticados “a estrutura das políticas raciais de hoje seria estendida aos neandertais.”
Climas frios levaram a extinção mais há possibilidades de guerra contra homosapiens.
 Homo sapiens; homo neanderthalensis; homo erectus; homo floresunsis; homo heidelbergensis; hominídeo de denisova.
A Terra girando ao contrário = as estações estariam ao contrário.
A Terra parasse de girar = Alvorada e o crepúsculo ocorreriam a cada seis meses, metade com luz e metade sem luz. Para a humanidade um futuro duro. A Terra seria gelada como júpiter ou tórrido como Vênus.
 Gelo branco reflete muita radiação solar 50% e 60% o meteoro caísse hoje = 200 quilometros de diâmetro, varreria dois quilômetros da Terra e 500 pessoas morreriam no impacto. Seria ao contrário, os países maiores seriam pobres e devastados e os países menores seriam ricos e sobreviveriam.
A humanidade extinta = quatro a vinte anos animais domésticos voltariam seu estado final.
 
Capítulo 2 = História
Segunda guerra não acontecesse = 59 milhões de vida massacrados na segunda guerra. Mesmo sem guerra o racismo continuaria e foi a Inglaterra que iniciou a idéia de uma raça perfeita. Sem a segunda guerra a sociedade seria machista.
O mundo dividido em três bocós = comunismo, capitalismo liberal e fascismo.
No caso do Brasil seria namoro, no início. (livro: Crônica de uma guerra secreta – nazismo na América)
Operação guiana = plano militar para invadir o Brasil pelo norte e assumir o controle da Amazônia.
Nazistas ganhado a segunda guerra = meterologista escocês J. M. Stagg – 05 de junho de 1944.
Historiadores – inglês Stephen Anbrose / John Keegan
Editor da revista military history quartely, americano Robert Cowley
Napoleão vencido = 18 de junho de 1815, Waterloo 89 mil soldados prussianos – 32 mil soldados mortos, 7 mil capturados e presos.
Historiador Jaime Pinsky / Marcelo Scarlécio
Império romano não acabado = (livro de Asterix) herói gaulês – 50 a. C. Não existiria capitalismo, conquistas e colonização não aconteceriam. E o Brasil seria terra de índios. Em Roma, 50 anos houve 20 imperadores.
Arqueólogo / Historiador = Pedro Paulo Funari.
Feudalismo / shogunato
Trotski vencido Stalin = Vladinir Lênin; Marxismo. Oswaldo Coggiola – prof. De história.
Cuba anexada por americanos = revolução cubana 1959; emenda Platt.
Historiador Nilton Duarte Molon
Espanhóis não conquistassem a América = As maiores mudanças em relação a América seriam religiosas e sociais. Religião politeísta – Historiador e arqueólogo Klaus Hilbert. Sem o capitalismo a economia funcionaria a base de impostos – Historiadora Janaína Amado. A mulher só servia para maternidade, foi trazida pelos espanhóis – Tânia Navarro Swain.
Não haveria revolução industrial – Historiador Félix Sanches.
Ocidente deixasse o Islã em paz = “ Hoje diversos países árabes sofrem um regresso à religiosidade. Uma maneira de afirmar a identidade buscando valores tradicionais “ – Historiadora Arlene Alemesha. “ Há valores islâmicos que poderiam ser bons para todo o mundo, sem revestimento ideológico que permita a dominação e exploração. “ “ O princípio do Islã puro é de que estamos no mundo para oferecer. “ A Mauritânia seria duas, uma branca ao norte e uma negra ao sul – Síria, Líbano, Israel, Jordânia.
 Aurdistão = curdos
Israel foi criado em terras que eram governadas pela coroa britânica.
Cientista político Samuel Feldberg.
“ Seriam introduzidos padrões de igualdade na educação, nas leis e no voto. “
Confederados ganhado a guerra dos EUA = Quatro anos de duração e 618 mil soldados mortos. O próprio país, dividido, cada lado tinha seu propósito – sul, rural e norte indústria.
Sulistas 12/04/1861 – 04/1865.
Historiador Jorge Luis da Silva Grespan / Daniel Sutherland
ator sulista John Wilkes Booth
 A Bíblia não escrita = conhecida no século 15 e através disso nasceu a impressa, sem a Bíblia o cristianismo, judaísmo e islamismo não existira.
“ O cristianismo minou a crença em diversos deuses – historiador André Chevitarese. “ No politeísmo há mais tolerância com diferenças religiosas, as conquistas a América seria, economicamente, respeitando religiões e culturas indígenas.
Galileu Galilei
Jesus não fosse cruxificado = Sem a morte de Cristo na cruz, as artes, a religião, o cristianismo e a história do ocidente seriam outros. Teólogo Antônio Bogaz.
“ Sem a cruxificação o cristianismo não teria alcançado a força que teve no império romano – Historiador Norberto Luiz Guarinello. “
Escritor Juan Arias – ( livro Jesus, esse grande desconhecido. Editora objetivo ). “ A cruz mistifica a partir do século 4 e 5. “
As cruzadas – expedições militares, século 11
Reforma protestante não existisse = A igreja católica continuaria a mandar na Europa. Historiador – Wilson Maske. Os EUA, fundado por protestantes busca a liberdade e dividiria em colônias francesas, na camada e interior dos EUA e espanholas, costa leste e Texas à Califórnia.
Se criado um Estado Palestino = Se a comunidade internacional se engajasse seria possível chegar ao valor necessário para sustentar os primeiros passos do Estado Palestino.
O homem não tivesse na lua = Sem a visita à lua a cultura popular daria menos atenção ao espaço.
 
 Capítulo 3 = Brasil
Se Portugal fosse um Estado brasileiro = Rio império de Portugal 1808 / 1822.
Dívida de Portugal chega a 400 bilhões de euro 200% PIB.
Amâncio Jorge Oliveira.
Aprendizado junto aos portugueses – desigualdade social.
Com o Brasil poderia fornecer tecnologia e investir em setores chave como metalúrgico, têxtil e tecnológico. Profissionais portugueses reforçavam setores da economia e desemprego 14% diminuira mas, existe acordo com Brasil e Portugal onde reconhece diplomas de engenheiros e arquitetos.
O turismo mudaria, o atlântico continuaria entre nós; Portugal seria o Brasil na Europa; O Brasil teria intercâmbio cultural maior; Iríamos comer mais bacalhau, pastéis de Belém; As novelas seriam mais famosas e teríamos mais atores portugueses no Brasil.
Getúlio não tivesse morrido = historiador Jorge Ferreira / historiador Nicolau Sevcentko / jornalista Carlos Lacerda / cientista político André Moysés Gaio / João Gotarl.
Golpe de 1964 não aconteceu = Jornalista Elio Gaspari (livro A ditadura envergonhada).
Reformas de base – agrárias e educacional – historiador Joel Rufino dos Santos.
Dívida externa cresceu em 1964 a 1978, 1.500%.
“ Teria criado condições para manter investimentos no Brasil e evitar o uso de mão de obra barata “. Historiadora Maria Aparecida de Aquino.
Ideológico do MST – João Pedro Stédile.
Tsunami no Brasil = Paulo César Rosman Ambre Vieja.
Além de matar muita gente, o megatsunami redesenharia a geografia brasileira / José Geraldo Alves.
Amazônia destruída = 7,5 milhões de km da Amazônia. “ Quando se remove a floresta, removem-se partículas que atuam na condensação das nuvens, o que diminui a precipitação “. José Maria Cardoso da Silva; Carlos Nobre.
Vender a Amazônia = magnata sueco Johan Eliasch, 75% protegida por lei.
Nióbito
Plantas – animais  = morrem
Brasil, colônia holandesa = 1652, 1662; a dominação holandesa durou vinte quatro anos – 1630 / 1654. Conde Maurício de Nassau 1637 / 1644. Pernanbuco, centro de domínio dos holandeses. Alexandre Hecker – historiador / André Moises Gaio – historiador / Ronald Romanelli – historiador.
“ Ingleses e holandeses criaram sociedades escravistas dominadas por uma minoria branca, tanto nos Estados Unidos quanto na África do Sul “.
Corte Portuguesa não viesse para o Brasil = o Brasil não seria um país só. Historiador Luiz Carlos Villalta. ( livro O império luso – brasileiro e os Brasis ).
·         Napoleão toma poder na França em 1799.
·         25 e 27/11/1807, 10 mil e 15 mil pessoas dentre eles, ministros, juízes, funcionários do tesouro, militares, membros do clero e trouxeram o tesouro real, arquivos do governo, máquina impressora e várias bibliotecas para o Brasil. Lúcia Bastos – professora de história.
“ Como não teria sido sede da corte portuguesa, a fisionomia do centro urbano seria semelhante a de uma cidade como Olinda, sem construções reais do século 19 “.Ataliba de Castilho – professor de filologia.
O Brasil monarquia = O governo Getúlio ainda iria existir e a redemocratização não existia o rei moderador criado na constituição de 1824 pois manda mais que os três poderes. Eduardo Afonso – professor de história.
Soja seria a força da economia. Estevão Martins – professor de história.
1908 – houve um racha da linhagem real.
Se o Brasil não fosse o país rico  do mundo = Gilberto Líbano – professor de economia.
O Brasil seria o fortão da geopolítica, “ ninguém iria querer se indispor conosco. Teríamos armas nucleares. A população brasileira teria mais dinheiro no bolso, mais nem todo mundo seria feliz “. Gilberto Jakob – Unicamp / Jean Cristtus – professor da Unesp / Mário Bertella – professor da Unesp.
Acidente nuclear no Brasil = As usinas do Brasil tem sensores e menos terremotos e tsunamis ou se acontecesse seria parecido na cidade americana Three Mile Island, Pensilvânia. Anselmo Paschoal – pesquisador.
Brasília não fosse construída = O país acabaria anexado e teríamos de torcer pelo Messi na copa.
A soja e a carne fizeram Brasília crescer, sem Brasília não haveria inflação dos anos 60.
Silvio Santos presidente = 1989, Silvio se candidatou pelo partido municipalista brasileiro. Ele tinha 29% dos votos.
Jungle = “ É o vinte seis, é o vinte seis, com Silvio Santos chegou a nossa vez “.
1988, concorreu a prefeito de São Paulo. “ Silvio me falava que queria cuidar da questão social “. Reduzir inflação, aumentar salários – medidas antagônicas. Silvio tem um método intuitivo demais para um presidente.
São Paulo separasse do país = Seria uma economia respeitável, PIB 1,3 trilhão. “ Locomotiva do gárias ¼ de petróleo estão em águas paulistas.
Guerra civil no Brasil = Petróleo, causa para uma guerra civil.
 
Capítulo 4 – o mundo
Um único governo = Diferenças culturais, seria o problema. Pensamentos não baseado numa sociedade mundial, cooperação entre países. Sociólogo alemão Alexander Wendt.
“ Constituição mundial seria mínima, para não passar por cima de interesses locais e diferenças culturais. “
Uma moeda global reduziria os custos de transações entre países e incentivaria o comércio.
O euro acabar = os países ficariam separados e hostis a qualquer projetos comuns.
“ Riqueza – significa capacidade de produção. “
Sem água potável = diz que acaba 2050. São Paulo consome 80,5 bilhões de litros por mês. “ Água só acaba se você acabar com o ciclo dela. “ A dessalinização pode ser uma ameaça ambiental. A urina seria solução.
Petróleo acabar = James Kunstler – A longa emergência, The long emercency.
Tabaco proibido = Haveriam muitos clandestinos 1,3 bilhão de tabagistas no mundo. Legalidade provável aumento no preço fariam muitos largar o vício. Tabaco matam 5 milhões de pessoa para ano. De uma forma ou de outra, iríamos poluir. Só facilitamos melhorias para o nossa vida.
·         Bioplástico, de amido de milho, alternativa sustentável.
“ Beth Terry, autora livro Plastic – Free, ela abandonou canetas de plástico adotando lápis e caneta tinteiro. Canecas substituíram copos descartáveis e a falta da garrafa térmica impulsionaria o café fresquinho. “ Se livrar completamente dele não parece uma solução viável.
Se escolas não existirem = A sociedade não daria os primeiros passos, “ no Egito de 5 mil anos atrás as crianças aprendiam escrita e geometria. “ Naquele tempo 90% morria analfabeto.
A educação de massa surgiu no século 19. Em 1831 26% dos adultos não sabiam ler. 1950 a 2000 o mundo ficou 8 vezes mais rico.
Antes da segunda guerra mundial, Alemanha, França e Grã-Bretanha, população somada de 150 milhões e 150 mil universitários – 0,1% do total. Anos 80 subiu para 3%, 30 vezes maior.
Educação e economia andam juntos.
As pessoas seriam de certa forma, simples e focadas num único intuito.
O ouro não existir = O Brasil seria melhor e Portugal endividado e um país mais ou menos, “ ouro, condutor de eletricidade e resistente à corrosão. “ O ouro é usado nos circuitos internos mais delicados, onde a mínima degradação ou interferência no fluxo de elétrons poderia prejudicar o funcionamento do aparelho. Smartphone 0,03 grama de ouro que equivale $ 1. A indústria de tecnologia consome 9% de toda à produção mundial do ouro.
Carros elétricos = Se todos os carros do mundo fossem elétricos, a quantidade de CO2 que lançamos na atmosfera continuaria praticamente a mesma. 40% de eletricidade sai das usinas, quantidade de energia de 1 bilhão para carros. Carvão que alimenta as usinas. Carros elétricos levam de 4 a 8 horas para abastecer, o mundo precisaria saltar dos 17, 5 TWh mil por ano de hoje para 23 mil TWh. Essa diferença de 5,5 TWh equivale a 13 brasis em eletricidade ou 600 usinas nucleares iguais, a angra 3. Se gerar energia em usinas que não emitem CO2 e junto as nucleares, pouparíamos a atmosfera de 3 bilhões de toneladas anuais de carbono o que, diminuiria o ritmo do aquecimento global.
 
 Metal Lítio
Sem dinheiro = Sem ele a vida seria mais difícil, economista Alexandre Schwartsman.
Deste mundo seria importante construir, arar, colher. A força física e a habilidade manual voltariam a ser valorizadas.
Dinheiro em árvore = O governo iria controlar cada plantação. E nós usaríamos cartão de crédito para tudo. O papel-moeda que usamos é composto de linho e algodão.
Planta do linho – linum usitatissimun L.
Algodoeiro – Gossypium L.
A questão do solo seria decisiva para a geopolítica. China e Índia estariam em vantagem. Dinheiro falso seria transgênico. Iria dificultar para sonegadores, subornos seriam difíceis, estariam expostos a roubos virtuais, ninguém dando 1 real de esmola.
Sem impostos = Sem impostos não andaríamos muito longe. Tudo existe se não houvesse impostos. Se impostos não existisse, governantes seriam fracos. Uma sociedade sem tributos seria menos desenvolvida.
Drogas legalizadas = Justus Uitermark centro de pesquisas sobre droga da universidade d Amsterdã.
Legalizar não significa liberar totalmente sem restrições, drogas poderiam ser taxadas, controladas pelos governos. Programas de recuperação de dependentes e campanhas de conscientização e educação.
Peter Reuter – departamento, criminológica, universidade de Mary Land EUA.
Pesquisadora Beatriz Marlatt, universidade de Washington.
“ Crime organizado diminuiria, mais não acabaria. “ Antropóloga Alba Zaluar.
 
Capítulo 5 – Sexo
Se existir um sexo = Sexo único, nascer igualzinhos, e se auto reproduzindo. Na reprodução teremos que todos tenham corpos parecidos ao das mulheres, só que no lugar do óvulo e cromossomos teríamos, nóvulo, e 46 cromossomos. Vida chata e menos prazerosa.
Incesto não fosse tabu = O tabu que envolve o incesto não é resultado de tendências biológicas o genéticas, é uma invenção cultural humana.
Antropólogo Claude-Lévi Strauss.
Austríaco Segmund Freud.
Sófocles – ano 450 a. C.
Todas as espécies cruzassem entre si = Levaria à mais tediosa homogeneização da vida no planeta. João Morgante – professor de genética.
Pan mixia = mistura total
Biólogo – Flávio Lima.
Homem mestruando = Corpo parecido ao do feminino, e por fora, o homem iria adquirir curvas.
Diana Fleischman – pesquisadora.
Os homens sentiriam mais dor de cabeça. Psicóloga Kristina Durante.
Ninguém usando roupas = Roupas, identidade humana, proteção contra climas frios. Se não existisse roupas o clima seria mais quente; seríamos parecidos uns com os outros; seríamos de cor negra para proteção dos raios solares. Roupas – consciência moral.
Roupas – pertencente a classe dominante.
·         Semiólogo italiano Umberto Eco.
Monogamia não existisse = Sem amor livre e sim desigualdade e violência. Os homens ricos tinham mais noivas pois o domínio social é masculino – sociedade patriarcal. Moulay Ismail (1675 – 1727).
 
Capítulo 6 – Corpo humano
Ler pensamento = Trava destruição as instituições públicas e privadas e assim criados tecnologias para bloquear as mentes. “O princípio que vale hoje, de que o réu não é obrigado a produzir prova contra si próprio, acabaria caindo e todos acusado seria submetido a uma máquina de leitura dos pensamentos. “ (pág. 159)
Acabaríamos com sofrimentos e casais mais abertos.
Sem sonhos = Sem sonhos, sem capacidade intelectual. Menos capazes de pensar, os feitos humanos cresceriam lentos e outros animais dominariam os humanos.
Químico alemão Kekule, descobridor do benzeno.
Seríamos ansiosos e agressivos.
Sem dormir = Ficaríamos de mau humor e dor de cabeça. Precisaríamos de mais e teríamos menos dinheiro para a burocracia. Viajar seria mais fácil pois locais para ficar seria fácil e os hotéis não existiriam.
Órgãos sendo vendidos = As filas para transplantes acabariam; o mercado negro ganharia dinheiro as custas de outros.
Ser humano percilotermo = Aí seríamos lentos. Nossa história iniciou há 310 milhões de anos, seriam chamados sínapsídeo. Teríamos diferenças anatômicas e funcionais. Nosso corpo seria diferente. Menos comida, menos capacidade de raciocínio.
Sem medo = O medo, involuntária e é a causa para nossa sobrevivência.
Livro: Vivendo sem medo de ter medo / editora: Edicta / autor: Maria Tereza Giordan Goes
O medo é um conceito fundamental – Freud. Sem medo não teríamos motivação e não inovamos. Sem medo, as brigas crescem, as doenças não importava pois não teríamos medos de morrer.
Usar 100% o cérebro = Nossa capacidade de pensar em soluções seriam sem demoras e erros. Mais continuaríamos diferentes uns dos outros.
Todos obesos = Obesidade é um problema e uma doença. 52,5% obesos no Brasil; 68,8% obesos nos EUA.
Respirar debaixo d’água = Precisaríamos viver na água. Nossas casas seria na água.
Todos vegetarianos = Os animais deixariam de ser assassinos por humanos, só que teriam que sobreviver sozinhos.
Difícil ficar bêbados = Bebida, faz mal para a saúde e se não ficássemos bêbados, cada pessoa, principalmente, o tímido tomariam o seu drinque para se livrar da timidez.
 
 Capítulo 7 – Curiosidades
Sem decomposição = Processo do ciclo da vida. A matéria orgânica se transforma em minerais. Sem decomposição a vida diminuiria pois quando uma árvore morre, ela se decompõe e nutre o solo. Para dar continuidade a vida, haveria a reciclagem de nutrientes em laboratório.
Ratos e baratas extintos = Eles fazem parte de um ciclo, sem eles quebra o ciclo.
Oceanos doces = Oceanos secos, sal estenderia por 150 metros de espessura. As correntes frias seriam mais frias, as correntes quentes seriam mais quentes. A água salgada, congela -2 graus Celsius e se fosse doce congelaria a 0 grau Celsius.
Sem estações do ano = O clima de cada lugar seria determinado apenas pela latitude.
Existir uma única fé = A religião seria forte mas não boa. “ A diferença estaria nos detalhes. “
Se existir teletransporte = A única coisa para transportar é do computador para o outro e escanear algo.
Paul Mccartney morto = Seria estranho 09/11/1966; Paul sem sapatos; no disco sgt. Pepper’s lonely hearts club band, 1967, teria pista. Se Paul morresse, Lennon estaria vivo.
Ayrton tivesse morrido, 96/97 = Carro da Williams; 98/99 McLarey; Senna 34 anos 94 / Senna 35 anos 95 / Senna 36 anos 96 / Senna 37 anos 97 / Senna 38 anos 98 / Senna 39 anos 99 / Senna 49 anos 2009
Fim de semana tivesse três dias = Bom, mais com pessoas mais gordas, mais crimes. Todos cegos: livro – ensaio sobre a cegueira, José Saramago. Existiriam robôs que auxiliariam nas outras tarefas.
Se falássemos a mesma língua = Sem desentendimentos. O latim era uma língua unificada…
Doping liberado = Primeiro a fórmula 1 se pareceriam, equipes ficariam os fabricantes das drogas esportivas, no lugar do carro atleta, doping teria um grande desenvolvimento. O doping seria especialmente, cruel com os ciclistas e maratonistas.
Sem mortes = O ser humano sempre busca maneiras de aumentar seus anos. “ Há tempo para nascer e tempo para morrer “ diz a Bíblia.
Se soubéssemos que vamos morrer = Seria praxe o velório em vida – uma ocasião tão personalizável quanto o casamento. Em algumas culturas, os mais religiosos fariam missa pré-morte, afim de pedir bênçãos para o futuro morto.

 

FONTE BIBLIOGRÁFICA:-
Super interessante (edição especial) – Editora abril



Figura1. Dados da Fonte Bibliográfica