Desde Babel o homem foi
conhecendo cada espaço deste mundo, com a ajuda dos rios Tigre e Eufrates isto
tem acontecido com o passar dos tempos, povos diferentes se encontravam.
Povos diferentes,
cultos e deuses variados, alguns em forma de animal.
O Egito era um exemplo
de cultos a vários deuses, de entender e explicar religiosamente o esplendor
das civilizações.
A religião no Egito: No antigo Egito os cultos eram de natureza local com
divindades representadas sob a forma de animais e ao passar os anos os deuses
foram ganhando formas e aparências diferentes, parte humana e parte animal.
A religião dos egípcios
eram praticados em grupos isolados, sem liturgia ou corpo de doutrinas. A
confiança dos egípcios nos deuses era tão grande que a dependência de um
equilíbrio dos cosmos; estrutura da sociedade; felicidade na vida;
sobrevivência após a morte era tudo posto nas mãos dos desuses.
Faraós – filhos dos deuses: O faraó e seus subordinados tinham os
conhecimentos da astronomia e geometria onde previam a possibilidade de
aproveitamento das enchentes do Nilo, para garantir sucesso nos empreendimentos
agrícolas. Tudo realizado junto as orações aos deuses (garantia de vida melhor)
e confirmado a filiação divina do faraó, como mediador dos deuses entre o povo.
A religião do Estado: Os faraós eram tidos na Terra para manter continuidade da
organização cósmica, assim gera uma intercessão faraônica pautada em cima dos
fatos acontecidos ou previstos. Era o reforço das orações na Terra, através da
pessoa do faraó por isso, cabia aos reis a filiação divina. Principais deuses
solares – Ra, Amon-Ra e Aton.
O faraó era responsável
por construir templos, presidir cultos, organizar ritos funerários em
obediência a deusa Maat, que
representava equilíbrio, verdade e justiça.
As grandes pirâmides e
templos já construídos remontam a 4 e 5 dinastia (2613 – 2345 a. C.).
A noção de um deus primordial: Quando modificava a dinastia criava
uma mudança na dinastia onde haviam alterações nos cultos. Quando predominava o
poder central, prevalecem os deuses-cósmicos; ao ressurgir a força popular
revitalizam-se os deuses locais.
Ftá era o criador que coexistia com mais
oito deuses primordiais entre os quais, Aton. Representando a inteligência e
a vontade; Horus representava o horizonte; Osíris era tido como um
faraó que ressuscitou nos braços da esposa Ísis e foi vingado pelo filho de
Horus.
Todos os vestígios
encontrados desde 2050 a. C. , acham-se nos demais papiros que compõem o tão
famoso livro egípcio, livro dos mortos.
A religião na Babilônia: A formação religiosa do Egito são os mesmos aplicados
na Mesopotâmia.
Durante anos o poder
religioso era submetido aos comandos do soberano, após a separação entre a ordem
pública e religiosa, torna-se um princípio através do Código de Hamurabi ( século XVIII a. C.), a não participação do
monarca nos atos religiosos.
Os deuses: “Entre os homens e as divindades
erguia-se um complexo sistema de relações, no qual se incluía o culto, o
exorcismo e a magia”. (Cabral, pág. 32)
A religião de Marduk: Reforma política, religiosa de Hamurabi (1792 – 1750 a. C.),
Marduk, que era deus da Babilônia foi elevado a deus principal. Senhor da
sabedoria pois tinha um dom de cura e vida superior. A figura de Marduk possuía
duas personalidades a de filho do sol e deus da magia.
Diversos
Os Zigurath – Construções compostas por patamares superpostos, tinham
acessos a monumentos através de escadas externas. Faziam a ligação entre o céu
e a terra sendo que, era baseado a narrativa bíblica sobre a torre de babel.
O mundo dos mortos – “O mundo dos mortos
consistia num universo de sombras que se esvaíam, prisão sem saída, sinistro
reino de Nergal”. (Cabral,
pág. 35)
O culto – Oração, e liturgia, comunicação com os deuses. Estátuas
representavam as divindades, ornadas em ouro e prata e banquetes servidos na
mesa do altar seguidos de rituais. Eram oferecidos carnes de carneiro, vaca e
porco, peixes e legumes também. Bebidas servia o hidromel, vinho e cerveja.
A oração – Falada ou cantada, em solo ou coro, onde expressava-se toda
admiração dos celebrantes a divindade e suplicava os pedidos por meio de
intercessão. Exemplo de oração está em Salmo 115. 4, 5.
Horóscopo – “Evolução dos calendários que tinham
as obrigações, abstinências e oportunidades para cada pessoa, de acordo com os
meses ou período do ano. Os horóscopos nada tem de científicos, na realidade
são ordenanças ou previsões demoníacas”. (Cabral, pág. 36)
Os demônios – Ligados ao pecado ou acontecia por ação do mal instigados por
feiticeiros. Acabavam culpando os deuses por demônios estragarem suas vidas.
O exorcismo – Eram feitas com o intuito de afastar as forças maléficas e
abolir as causas do mal , (“ os asipu”).
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:- Religiões,
seitas e heresias. Cabral, J.; Editora Universal Produções – indústria e
comércio, 4º edição. 1980, Rio de Janeiro
Professora Sandra – autora do blog
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